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Schynaider visita túmulo da filha antes do Natal e compartilha lições com jovem

Schynaider Moura visita o túmulo da filha Anne-Marie às vésperas do Natal e reforça que a qualidade dos momentos é essencial no luto

Schynaider visita túmulo da filha — Foto: Reprodução/Instagram
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  • A filha de Schynaider Moura morreu aos 16 anos em setembro, após parada cardíaca ocorrida três anos após transplante de coração por cardiomiopatia dilatada, em São Paulo.
  • Nesta segunda-feira, a mãe visitou o túmulo da filha às vésperas do Natal, elogiando as memórias deixadas e destacando a importância de valorizar a qualidade dos momentos.
  • Ela ressaltou que não importa o tempo, e sim os momentos, as memórias e o legado, mencionando as fotos e histórias deixadas pelas amigas e pelas pessoas que amam a jovem.
  • Schynaider é mãe de Elle-Marie, 11 anos, e Gioe-Marie, 9 anos, ambos do relacionamento com o empresário Mário Bernardo Garnero.
  • Além de falar sobre o luto nas redes sociais, a mãe comentou que cada filho vivencia o luto de forma diferente e que recebe apoio profissional e apoio emocional em casa.

Schynaider Moura, mãe de Elle-Marie (11) e Gioe-Marie (9), visitou o túmulo da filha Anne-Marie Garnero na véspera de Natal. A modelo relembró as memórias deixadas pela primogênita e destacou a importância de valorizar momentos em vez de medir o tempo.

Anne-Marie morreu aos 16 anos em setembro, após sofrer uma parada cardíaca. Três anos antes, a jovem havia passado por um transplante de coração devido a cardiomiopatia dilatada. O falecimento ocorreu em São Paulo.

A família de Schynaider permanece unida no luto. Ela costuma abordar o tema nas redes sociais, compartilhando reflexões sobre o processo de luto vivenciado por cada filha, com apoio profissional e presença familiar constante.

Luto e legado

Elle-Marie e Gioe-Marie convivem com a perda no dia a dia, segundo a modelo. Ela ressaltou que o luto não tem prazo, tornando cada lembrança uma parte do processo de adaptação da família.

Schynaider também informou que a família mantém o diálogo aberto sobre Anne-Marie, com espaço para diferentes emoções, e que o tempo de cada pessoa na caminhada do luto pode variar.

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