- O governo de São Paulo emitiu alerta para economia de água devido ao calor intenso, que elevou o consumo em até 60%.
- O pedido é de uso consciente da água, com banhos mais rápidos e evitar desperdícios em atividades não essenciais.
- Nas redes sociais da Sabesp há reclamações sobre desabastecimento em várias zonas da capital e também no Vale do Paraíba.
- A Sabesp afirma que o aumento do consumo provoca oscilações pontuais e exige ajustes na distribuição; áreas altas sofrem com menor pressão, enquanto as regiões baixas seguem abastecidas normalmente.
- Em dias considerados normais, a Sabesp produz cerca de 66 mil litros por segundo; nos dias recentes, a produção subiu para cerca de 72 mil litros por segundo, em meio à crise hídrica pela pouca chuva.
O governo de São Paulo emitiu um alerta para a população economizar água diante de altas temperaturas que elevaram o consumo no estado. A medida visa evitar desabastecimento em bairros e regiões com maior pressão sobre a distribuição. A orientação é reduzir banhos, não desperdiçar água e evitar uso para fins não essenciais, como encher piscinas e lavar calçadas ou carros. O objetivo é preservar o abastecimento para alimentação e higiene básica.
O pico de consumo ocorreu nos últimos dias, com registros de aumento de até 60% em relação ao padrão. Em áreas com menor pressão da rede, especialmente nas zonas altas da região metropolitana, o risco de oscilações no fornecimento é maior. Regiões mais baixas seguem recebendo água com regularidade, segundo a Sabesp.
A Sabesp informou que o aumento expressivo no consumo provoca oscilações pontuais na distribuição e exige ajustes operacionais para manter o atendimento. Em dias de temperatura elevada, a companhia afirma que a rede demanda mais água para manter a pressão e o abastecimento estável.
Num cenário de temperatura normal, a Sabesp produz cerca de 66 mil litros por segundo. Recentemente, a produção chegou a aproximadamente 72 mil litros por segundo para atender à demanda adicional. A crise hídrica na região também é agravada pela menor quantidade de chuvas nos meses recentes.
Contexto adicional aponta que a estiagem tem potencial de reduzir a disponibilidade de mananciais no estado, ampliando a fragilidade do sistema. As autoridades recomendam a continuidade das medidas de economia até que haja melhora nas condições climáticas e na recuperação dos reservatórios.
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