- Oscar Maroni morreu aos 74 anos nesta quarta-feira; era empresário do Bahamas Hotel Club, casa de entretenimento noturna voltada ao público adulto.
- Foi participante de A Fazenda 7, em 2014, e foi o primeiro eliminado; estava afastado dos negócios desde o ano passado.
- Tinha Alzheimer há seis anos (diagnóstico em 2024, sintomas desde 2019) e enfrentou câncer de próstata em 2022.
- Já havia sido preso por cinquenta dias em 2007 por infração ao Código Penal ligada à exploração da prostituição; deixou a cadeia após habeas-corpus.
- Em 2018, distribuiu nove mil latinhas de cerveja para comemorar a prisão do ex-presidente Lula; anteriormente já havia convidado Dercy Gonçalves para ensaio nu.
Oscar Maroni, empresário conhecido por atuar no entretenimento noturno, morreu aos 74 anos nesta quarta-feira, 31 de janeiro. A família confirmou a notícia em nota oficial. Durante cerca de 30 anos, ele foi proprietário do Bahamas Hotel Club, casa de entretenimento voltada ao público adulto, e participou do reality show A Fazenda 7, sendo o primeiro eliminado em 2014. O empresário estava afastado dos negócios desde o ano passado.
A família lembrou que Oscar viveu de forma intensa, mantendo suas convicções e a busca pela liberdade. O comunicado destaca que ele foi um homem que marcou seu tempo e deixou uma história relevante. O velório e o sepultamento devem ocorrer em cerimônia restrita a familiares e amigos próximos.
Oscar Maroni tinha histórico de saúde complexo. Em 2024, foi encaminhado a uma clínica de repouso após o diagnóstico de Alzheimer, com início dos sintomas em 2019. O filho Aratã informou que o pai apresentava demência em nível moderado, com dificuldade de fala e de atividades diárias, o que impedia que vivesse sozinho. Em 2022, ele enfrentou um câncer de próstata.
Ao longo da vida, Maroni já havia cumprido pena de 50 dias em 2007, após ter o Bahamas fechado por infração ao Código Penal relacionada à exploração da prostituição. Ao deixar a prisão, ele foi liberado por habeas corpus, mas estabeleceu a obrigação de pagar multa diária e manifestou interesse em disputar a prefeitura de São Paulo.
A atuação de Oscar Maroni também gerou controvérsias. Em 2018, o Ministério Público Eleitoral apresentou queixa contra ele por propaganda voltada a um deputado federal por São Paulo, com acusações de discriminação às mulheres. Naquele ano, ele obteve cerca de 6 mil votos, sem êxito em conquistar vaga no Congresso.
Ainda em 2018, Maroni esteve associado a uma ação em que distribuiu cerveja para comemorar a prisão do então ex-presidente Lula. O episódio ocorreu no auge de acontecimentos políticos envolvendo figuras nacionais, gerando repercussão na época.
Previamente, o empresário também ficou conhecido por envolver-se em outras iniciativas. Entre as mais comentadas, esteve o convite para que a famosa Dercy Gonçalves, à época com 94 anos, participasse de um ensaio nu. A artista aceitou, com ressalvas sobre a exposição de partes íntimas. A história do convite voltou a ganhar destaque em retrospectivas publicadas posteriormente.
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