- A A469, entre Tirphil e Pontlottyn, Caerphilly, ficará fechada por até dois anos para evitar um deslizamento que pode ser fatal.
- A obra, que deveria começar na primavera, foi adiada para o outono e tem custo estimado de pelo menos £ 20 milhões.
- A região tem histórico de movimentação de encosta desde 2014; após o temporal Storm Dennis, em 2020, o trecho foi classificado como deslizamento ativo.
- Comerciantes locais temem a redução do movimento de clientes com o fechamento prolongado, mas aceitam a necessidade da intervenção.
- A prefeitura planeja contratar uma empresa de engenharia no início de 2026 para assegurar a via a longo prazo e proteger as comunidades do vale superior do Rhymney.
A chamada de emergência para a A469 na região de Caerphilly, no País de Gales, prevê o fechamento da via principal por até dois anos para evitar um deslizamento com risco de vida. O trecho entre Tirphil e Pontlottyn já acumula danos significativos.
O movimento da encosta, acelerado por chuvas recentes, levou a rodovia a ser classificada como deslizamento ativo desde 2014, com medidas de monitoramento contínuo. Após novos deslocamentos em 2020, houve indicativo de perigo grave, incluindo risco de interrupção do abastecimento de água.
O custo estimado do projeto é de pelo menos 20 milhões de libras. A prefeitura reafirma que a intervenção é essencial para a segurança de comunidades na margem norte do vale do Rhymney e para manter a ligação rodoviária.
O fechamento prolongado preocupa comerciantes de Pontlottyn, que temem queda no fluxo de clientes. Proprietários de comércio local relatam impactos já observados em situações anteriores de interrupção.
A rodovia liga regiões próximas a Troedrhiwfuwch, onde a maior parte da área sofreu deslizamentos históricos relacionados à mineração. Em 2014 houve fechamento por três meses, com impacto para moradores e negócios.
Investimento e cronograma
A gestão municipal aprovou o plano de financiamento e pretende contratar um empreiteiro de engenharia no início de 2026. O objetivo é assegurar o futuro da A469 e proteger comunidades locais frente a mudanças climáticas.
Segundo moradores, a rota atual é a única ligação entre algumas comunidades do alto vale; diversões futuras devem exigir desvios que aumentam o tempo de deslocamento. Motociclistas e motoristas relatam dificuldades com as obras e as alterações de tráfego.
Para as propostas de vias alternativas, custo estimado chegou a faixas entre 75 milhões e 85 milhões de libras, mas nenhuma solução alternativa foi adotada até o momento. A prefeitura enfatiza a necessidade da obra para estabilizar a via a longo prazo.
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