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Depoimento de agente do FBI contradiz declarações de Jonathan Ross da ICE

Prova jurada do FBI contradiz Ross, questionando cumprimento do treinamento e a condução da operação que resultou na morte de Renee Good

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  • Testemunho do agente do FBI, Jonathan Ross, contradiz alegações feitas sob juramento sobre o que Muñoz-Guatemala pediu durante a abordagem.
  • Depoimento de Medellín questiona se Ross seguiu o treinamento do FBI na abordagem que resultou na morte de Renee Nicole Good, uma mulher de 37 anos.
  • O caso envolve um tiroteio durante a tentativa de detenção de Muñoz-Guatemala, com Ross e outros agentes envolvidos em uma operação liderada por Ross.
  • Questionamentos surgiram sobre se Muñoz-Guatemala pediu um advogado, fato que não havia ficado claro em entrevistas anteriores e que foi objeto de debate entre defesa e acusação.
  • Conforme a cobertura, a identidade do atirador foi objeto de confirmação incompleta por autoridades, com detalhes do suposto atirador divergentes entre fontes.

O FBI questiona versões apresentadas pela ICE sobre o caso envolvendo Jonathan Ross. Em depoimento, o agente contradiz alegações feitas sob juramento pela agência, relacionadas ao episódio que resultou na morte de Renee Nicole Good, de 37 anos, em Minnesota.

A testemunha Medellin, também agente do FBI, detalha treinamento sobre interação com motoristas e aponta dúvidas sobre a adesão de Ross às regras durante a abordagem que terminou com a morte de Good. Ross chefiava a operação naquela semana.

O episódio anterior envolve uma tentativa de detenção de Roberto Carlos Muñoz-Guatemala, com muros de vidro entre as versões de Ross e do FBI. Ross afirmou ter advertido Muñoz-Guatemala em inglês e espanhol, e Muñoz-Guatemala teria respondido em inglês, segundo o depoimento.

Durante o julgamento, surgem controvérsias sobre se Muñoz-Guatemala solicitou um advogado durante a abordagem. A defesa afirma que o pedido não havia sido citado em entrevistas anteriores, surpreendendo ambas as partes.

Medellin depôs que Muñoz-Guatemala não perguntou expressamente por um advogado, o que complica a avaliação da compreensão dele sobre quem era Ross. A defesa questiona a credibilidade de Ross diante das declarações novas no processo.

A análise pública, realizada por veículos como CNN e The Washington Post, já havia questionado se Ross estava em conformidade com a formação recebida. A discussão envolve a postura de agentes na relação com motoristas durante operações de fiscalização.

Treinamento e protocolos

Medellin descreve a estratégia da equipe, com Ross na liderança, para minimizar riscos em abordagens a veículos. O depoimento aponta que as ações seguiram padrões de treinamento, ainda que haja divergências interpretativas entre as versões apresentadas.

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