- Um homem de oitenta e três anos, William J. Brock, foi condenado por homicídio, agressão feloniosa e sequestro, no caso da morte de uma motorista de Uber em Ohio.
- A sentença está marcada para terça-feira; ele pode passar o resto da vida na prisão.
- Brock matou Lo-Letha Toland-Hall, de sessenta e um anos, atingindo-a com seis tiros ao chegar à casa dele entre Dayton e Columbus, em março de dois mil e vinte e quatro.
- A motivação, segundo autoridades, foi um golpe de ligações fraudulentas que prometiam doze mil dólares em dinheiro de fiança para um parente; Toland-Hall não tinha nenhuma relação com o golpe.
- O promotor afirmou que Toland-Hall estava desarmada e não representava risco, ao passo que Brock alegou legítima defesa devido a ameaças durante a ligação.
William J Brock, de 83 anos, foi considerado culpado pelo assassinato de uma motorista de Uber, Lo-Letha Toland-Hall, em 2024. A condenação ocorreu após ele alegar legítima defesa diante de uma suposta trama de golpes envolvendo telefonemas que exigiam dinheiro para liberar um parente.
A motorista Lo-Letha Toland-Hall, de 61 anos, era residente da região de Dublin, subúrio de Columbus. Ela dirigiu até a residência de Brock, entre Dayton e Columbus, para buscar uma encomenda, segundo investigadores.
Segundo as autoridades, Brock atirou seis vezes quando Toland-Hall recebeu Brock em sua casa, após acreditar estar envolvida na fraude que prometia um valor de cerca de US$ 12 mil para uma fiança de um familiar. Brock é natural de South Charleston, Ohio.
Desenvolvimento e Contexto
O caso integra uma sequência de incidentes envolvendo pessoas negras mortas em atividades cotidianas. Brock foi considerado culpado de homicídio, agressão qualificada e sequestro em um julgamento ocorrido na última semana. A sentença deve ser anunciada na próxima sessão, com previsão de prisão perpétua.
A promotoria afirmou que Toland-Hall não estava armada nem representava risco quando recebeu o disparo. Investigadores destacaram que a motorista desconhecia a ligação de Brock com o golpe. O procurador estadual, Daniel Driscoll, ressaltou a devastação para as famílias e a persistência de criminosos que promovem golpes.
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