- Laércio, ex-participante do BBB 16, foi condenado em 2017 a 12 anos de prisão por fornecer bebida alcoólica a uma adolescente de 13 anos e por estupro de vulnerável, crimes ocorridos em 2012.
- A pena foi definida em julgamento que aconteceu cerca de um ano e quatro meses após ele ter ido para a cadeia, ainda com a investigação em curso antes da estreia do programa.
- Em agosto de 2021, menos de quatro anos depois da condenação, ele passou para o regime semiaberto e começou a usar tornozeleira eletrônica.
- No período em que esteve no confinamento, uma jornalista o acusou de pedofilia; ele, fora da casa, negou os fatos, afirmando que estava se relacionando com uma adolescente.
- Em outubro de 2025, a Justiça retirou a obrigação de ele comprovar emprego honesto com carteira assinada em juízo.
Laércio, ex-participante do BBB 16, foi preso após deixar o reality e recebeu a condenação em 2017. A pena foi de 12 anos de prisão por crimes envolvendo menor de idade, com fatos ocorridos em 2012.
A defesa alegou contestar atos descritos pela acusação, mas a Justiça manteve a versão de estupro de vulnerável e fornecimento de bebida alcoólica a uma jovem de 13 anos. A pena foi confirmada em setembro de 2017.
Em agosto de 2021, o réu começou a cumprir parte da pena no regime semiaberto e passou a usar tornozeleira eletrônica. A progressão ocorreu menos de quatro anos após a condenação, conforme apuração de veículos da imprensa.
Contexto e desdobramentos
A situação de Laércio guarda relação com episódios envolvendo Ana Paula Renault, veterana de outra edição do programa, que teve desdobramentos públicos na prática de relacionamento entre participantes e episódios de investigação envolvendo terceiros. A crise midiática associou os nomes dos dois ao debate sobre condutas observadas no reality.
Entre 2016 e 2021, o caso permaneceu em tramitação judicial, com monitoramento de cumprimento de pena e acompanhamento de medidas socioeducativas. Em outubro de 2025, a Justiça informou ajustes no acompanhamento de Laércio, desligando a exigência de comprovação de ocupação lícita com trabalho.
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