Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Justiça determina júri popular para empresário acusado de matar gari em MG

Empresário Renê da Silva Nogueira Júnior vai a júri popular por homicídio triplamente qualificado de gari em Belo Horizonte; réu permanece preso e responde por crimes conexos

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • Empresário Renê da Silva Nogueira Júnior irá a júri popular por homicídio de Laudemir de Souza Fernandes, ocorrido em 11 de agosto, em Belo Horizonte, Minas Gerais. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (28) pela juíza Ana Carolina Rauen Lopes de Souza.
  • A magistrada entendeu haver provas da materialidade do crime e indícios de autoria, mantendo as qualificadoras de motivo fútil, perigo comum e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima.
  • O caso será analisado pelo Conselho de Sentença, composto por sete jurados, no Tribunal do Júri.
  • Além do homicídio, Renê responde por crimes conexos como ameaça contra a motorista do caminhão, porte ilegal de arma de fogo e fraude processual, inclusive com alegação de induzir a perícia ao erro.
  • A pronúncia manteve a prisão preventiva e a publicidade dos atos processuais; há possibilidade de recurso pela defesa.

O empresário Renê da Silva Nogueira Júnior vai a júri popular pela morte do gari Laudemir de Souza Fernandes. O crime ocorreu em 11 de agosto, em Belo Horizonte, Minas Gerais. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (28) pela juíza Ana Carolina Rauen Lopes de Souza, do Tribunal do Júri – 1º Sumariante de BH. A magistrada entendeu haver provas suficientes da materialidade do crime e indícios de autoria.

A pronúncia manteve as qualificadoras de motivo fútil, perigo comum e recurso que dificultou a defesa da vítima. A juíza destacou a “frieza da conduta” e a “completa indiferença” do réu. O caso será julgado pelo Conselho de Sentença, composto por sete jurados.

Além do homicídio, Renê responderá por crimes conexos: ameaça contra a motorista do caminhão, porte ilegal de arma de fogo e fraude processual. Segundo o TJMG, ele tentou induzir a perícia ao erro ao apresentar uma arma diferente da usada no crime. As armas pertenciam a Ana Paula Balbina, esposa do réu, delegada da Polícia Civil.

A sentença de pronúncia mantém a prisão preventiva do empresário e a publicidade dos atos processuais, negando o pedido de sigilo feito pela defesa. O Ministério Público já informou que a decisão pode ser objeto de recurso da defesa.

Em setembro do ano anterior, o empresário tornou-se réu após o TJMG aceitar a denúncia do MPMG, mantendo a prisão preventiva. A promotoria sustenta que o crime ocorreu por motivo fútil, durante uma discussão de trânsito relacionada à coleta de lixo na região.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais