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Como o g1 identificou mandados de prisão em aberto por feminicídio

G1 identifica 336 mandados de prisão em aberto por feminicídio, apurados via BNMP e CNJ, incluindo casos antigos entre os mais procurados

Brasil tem mais de 300 condenados ou suspeitos de feminicídio procurados pela Justiça
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  • O g1 identificou 336 mandados de prisão em aberto por feminicídio no Brasil, incluindo casos antigos e procurados entre os mais buscados.
  • A apuração combinou dados do Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP) e uma lista enviada pelo CNJ, ambos mantidos pelo Conselho Nacional de Justiça.
  • Foram analisados 293.419 mandados, de um total de 307.738 ativos no início da apuração, com o cruzamento de bases gerando 352 mandados relacionados ao crime.
  • Os mandados são públicos e podem ser consultados no BNMP, por nome, CPF ou número do processo.
  • A base foi atualizada antes da publicação para excluir ordens cumpridas, mantendo 336 mandados em aberto, organizados por tipo, unidade da federação, nome, CPF, ano de início do processo e expedição da ordem.

O g1 revelou a existência de 336 mandados de prisão em aberto por feminicídio no Brasil. A apuração teve como base dados de tribunais e do BNMP, o Banco Nacional de Mandados de Prisão, mantido pelo CNJ.

A contagem envolveu duas frentes: leitura de informações disponíveis no BNMP e recebimento de lista de mandados diretamente do CNJ. Ao todo, foram cruzadas fontes oficiais para identificar casos relacionados ao crime.

Durante a apuração, a equipe extraiu 293.419 mandados de um total de 307.738 ativos no início do levantamento. Técnicas de programação foram usadas para filtrar os textos que traziam a tipificação de feminicídio.

A consolidação envolveu excluir duplicidades entre bases e atualizar a lista com mandados ainda não cumpridos. Ao final, a relação filtrada apresentou 336 ordens em aberto por feminicídio, com detalhamento por estado, dados do acusado e datas relevantes.

Metodologia e validação

A apuração combinou o cruzamento entre BNMP e as listas enviadas pelo CNJ, com verificação individual de cada mandado. A atualização ocorreu antes da publicação para excluir ordens já cumpridas durante o período de apuração.

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