- Juan Freitas, filho de Popó, publicou nota nas redes sociais relatando perseguição de um paciente após uma consulta médica.
- O relacionamento médico-paciente foi considerado abusivo, levando ao encerramento definitivo do vínculo por conduta inadequada e justa causa.
- Não há mais possibilidade de atendimento ou contato entre o médico e o paciente, direta ou indiretamente.
- Juan alerta colegas da área de saúde para não se calarem diante de intimidação, coerção ou perseguição, incentivando a proteção profissional.
- O texto menciona que ações legais podem ser adotadas, como boletim de ocorrência, medidas protetivas e comunicação a órgãos competentes, incluindo o Conselho Federal de Medicina, em casos de ameaça ou stalking.
Juan Freitas, filho do ex-boxeador Popó, publicou nas redes sociais uma nota oficial relatando ter sido alvo de um comportamento obsessivo por parte de um paciente após uma consulta médica. O relato afirma que a relação médico-paciente ultrapassou os limites, colocando em risco a integridade do profissional.
Segundo o texto, houve ruptura definitiva do vínculo profissional com o paciente. A decisão ocorreu por motivos de quebra de confiança, com justa causa prevista no Código de Ética Médica, e não há possibilidade de atendimento ou contato futuro por qualquer meio.
O médico aponta para riscos à integridade moral, física e profissional e alerta colegas de área para não permanecerem em silêncio diante de situações de intimidação, coerção ou perseguição. Ele reforça a necessidade de proteção da carreira e do bem-estar dos profissionais.
Juan avisa que qualquer aproximação, monitoramento ou constrangimento, presencial ou virtual, será considerado como conduta ilícita. Caso necessário, serão adotadas medidas legais, incluindo boletim de ocorrência, pedido de medidas protetivas e comunicação a órgãos competentes, incluindo o Conselho Federal de Medicina. A reportagem da Quem tentou contato para mais informações, mas ainda não obteve retorno.
Medidas legais e desdobramentos
O comunicado também menciona a possibilidade de registrar boletins de ocorrência e acionar as autoridades caso a perseguição persista, destacando que tais ações podem enquadrar crimes de ameaça e stalking no Código Penal. A nota não detalha a identidade do paciente nem a natureza do atendimento.
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