- Mark Gerhard, co-CEO da Build a Rocket Boy, teria afirmado que uma empresa britannica chamada Ritual Network lideraria uma campanha de mais de $1 milhão para difamar MindsEye, conforme reunião interna, segundo a Insider Gaming.
- A suposta acusação envolve nomes de criadores, incluindo o YouTuber Cyber Boi, que teria sido citado como parte da suposta estratégia de difamação.
- Ritual Network afirmou não estar envolvida no caso, informou não haver evidências recebidas e informou que a empresa tem endereço registrado em Scunthorpe, no Reino Unido, com menos de vinte funcionários; seus ativos líquidos eram de cerca de £ 800 mil em fevereiro de 2025.
- Gerhard alegou que Ritual Network e os criadores receberiam ações criminais, como espionagem, sabotagem e interferência criminosa, mencionando ainda o software de cibersegurança Teramind instalado sem conhecimento dos empregados.
- A Build a Rocket Boy diz possuir evidências de uma campanha coordenada para prejudicar a reputação da empresa e buscará medidas legais; a série também busca aproveitar o episódio em um possível enredo de MindsEye, conforme declarações da equipe.
Mark Gerhard, co-CEO da desenvolvedora Build a Rocket Boy, é acusado de afirmar que uma empresa britânica, Ritual Network, estaria por trás de uma campanha de mais de US$ 1 milhão para manchar MindsEye, segundo o jornal Insider Gaming. A alegação teria ocorrido em reunião interna com funcionários.
De acordo com o material divulgado, Gerhard chamaria Ritual Network de “bando de gângsters” e citaria o YouTuber Cyber Boi como um dos influenciadores envolvidos na suposta campanha de difamação. Cyber Boi recebeu recentemente uma notificação de cessar e desistir por parte de Gerhard, por meio do servidor oficial do MindsEye.
Contudo, a caracterização de Ritual Network como “grande empresa norte‑americana” é contestada. O registro comercial aponta sede em Scunthorpe, Reino Unido, com menos de 20 funcionários. Além disso, as declarações apontam ativos líquidos próximos de £ 800 mil em fevereiro de 2025, aquém do montante alegado.
Segundo a reportagem, Gerhard afirmou que Ritual Network e os criadores pagos seriam processados, por crimes como espionagem e interferência criminosa. A conversa também mencionou um software de cibersegurança chamado Teramind, supostamente instalado sem o conhecimento dos funcionários.
Ritual Network negou envolvimento no caso, afirmando não ter conhecimento de ações legais contra a empresa e que não foram apresentadas evidências que sustentem as acusações. A Build a Rocket Boy, por sua vez, sustenta haver evidências de uma campanha coordenada para prejudicar a reputação da empresa e a confiança em MindsEye, assegurando que está buscando vias legais.
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