- Dois terroristas ligados ao Estado Islâmico, Walid Saadaoui (38) e Amar Hussein (52), foram condenados à prisão perpétua por planejar um ataque contra a comunidade judaica de Greater Manchester.
- O plano foi desbaratado por meio de uma operação de infiltração policial, com o envolvimento de um agente disfarçado sob o codinome Farouk.
- Saadaoui, que morava em Manchester, já tinha trabalhado como restaurateur e colecionava aves; ele havia jurado fidelidade ao Estado Islâmico.
- O irmão de Saadaoui, Bilel Saadaoui, recebeu seis anos de prisão por não ter divulgado informações sobre o plano.
- O jornalista Chris Osuh comenta a ocasião para a Helen Pidd e o impacto do caso em uma das maiores comunidades judaicas do mundo na região.
Walid Saadaoui, 38, e Amar Hussein, 52, foram condenados à prisão perpétua neste semana após tentativa de ataque terrorista em Greater Manchester. O plano visava massacrar a comunidade judaica local. A conspiração foi desbaratada por meio de uma operação policial encoberta, na qual um agente infiltrado, identificado pelo codinome Farouk, participava do grupo.
A investigação mostrou que Saadaoui, que já trabalhou como animador de turismo na Tunísia, fixou residência no Reino Unido, abriu um restaurante e nutria interesse por aves. Mesmo assim, ele havia jurado fidelidade ao Estado Islâmico, segundo a reportagem do Guardian, com o repórter Chris Osuh.
Hussein, de 52 anos, também integra o grupo e sofreu a mesma condenação. A dupla foi descoberta após vigilância policial e operações de infiltração que impediram o ataque antes de sua execução.
Bilel Saadaoui, irmão de Walid, recebeu seis anos de prisão por não fornecer informações relevantes sobre o plano às autoridades. A sentença foi proferida no mesmo processo, que teve desdobramentos significativos para a comunidade judaica de uma das maiores do mundo.
O jornalista Chris Osuh, que acompanha o caso, explica como a investigação revelou a participação de um informante sob cobertura e o papel crucial da atuação policial para evitar uma tragédia. O veredicto também traz impactos para a convivência comunitária na região.
A audiência ressaltou a gravidade da tentativa de ataque e a vigilância contínua sobre redes extremistas na Inglaterra. Autores do plano buscavam promover violência contra judeus em Manchester, segundo a apuração da imprensa.
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