- Marcelo Pretto, 58 anos, morreu na madrugada deste domingo devido a complicações de diabetes; estava internado desde 18 de fevereiro no Hospital Alvorada, em São Paulo.
- Cantor, compositor, percussionista e pesquisador musical, integrou o Barbatuques desde 1999 e também fazia parte do grupo A Barca.
- O Barbatuques emitiu nota destacando o legado artístico de Pretto, ressaltando que Mitsu foi uma fonte de inspiração.
- Famosos lamentaram a morte, entre eles Sérgio Guizé e Chico César, que também prestaram homenagens nas redes sociais.
- A repercussão ressaltou que Pretto deixa um legado na música brasileira e em manifestações culturais populares.
Marcelo Pretto, cantor, compositor e percussionista conhecido por integrar o Barbatuques, morreu na madrugada deste domingo, aos 58 anos, por complicações de diabetes. Ele estava internado desde 18 de fevereiro no Hospital Alvorada, em São Paulo.
A informação foi confirmada pela equipe do Barbatuques, que destacou o legado artístico de Pretto, com atuação que vai além do grupo. O comunicado lembra também o papel dele como pesquisador da música e das manifestações culturais populares brasileiras.
O músico integrava o Barbatuques desde 1999 e também participava do projeto A Barca, dedicado à pesquisa da música brasileira. A causa da morte está relacionada ao agravamento do quadro clínico de diabetes, segundo a equipe médica.
Homenagens e legado
Famosos repercutiram a perda nas redes sociais, com mensagens de carinho e reconhecimento pela contribuição de Pretto à música brasileira. Seguidores e colegas destacaram a versatilidade vocal e a presença marcante do artista.
Entre as manifestações, artistas e personalidades postaram mensagens de apoio, ressaltando o impacto de Pretto na cena musical e a saudade que fica pela sua voz e pela pesquisa que promovia.
Marcelo Pretto deixa um rastro de atuação marcada pela experimentação e pela conexão com as raízes da música nacional. O barbatruques e projetos paralelos são citados como parte de sua trajetória de referência.
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