- O julgamento inicia no II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, com Monique Medeiros e Jairinho como réus.
- Leniel Borel, pai de Henry, afirmou ter aguardado cinco anos pelo começo do júri e pediu esclarecimentos sobre o que ocorreu no apartamento.
- A acusação aponta homicídio triplamente qualificado, tortura, coação no curso do processo e fraude processual.
- O laudo do Instituto Médico-Legal aponta 23 lesões no corpo da criança e registra morte por hemorragia interna e laceração hepática, causada por ação contundente.
- Defesas: Jairinho solicita adiamento do julgamento; Monique Medeiros busca absolvição; o Conselho de Sentença terá sete membros e o processo deve durar entre dez dias e duas semanas.
O julgamento de Monique Medeiros e do ex-padrasto Dr. Jairinho começa nesta segunda-feira (23) no II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro. A sessão vê os dois acusados de homicídio triplo-qualificado, tortura, coação no curso do processo e fraude processual. A morte de Henry Borel, aos 4 anos, é o ponto central do processo.
O pai de Henry, Leniel Borel, falou ao chegar ao TJRJ e disse ter esperado cinco anos pelo início do júri. Ele agradeceu o apoio da imprensa e pediu que o júri esclareça as circunstâncias do crime no apartamento da Barra da Tijuca, onde a criança estava com os dois adultos.
Contexto do caso
A acusação afirma que Henry morreu após agressões no apartamento em 2021. O laudo do Instituto Médico-Legal aponta 23 lesões no corpo da criança e descreve hemorragia interna com laceração hepática por violência física.
Estruturas do processo
A defesa de Jairinho pode solicitar adiamento, alegando falta de acesso a provas e necessidade de entender laudos médicos. Os advogados de Monique defendem a absolvição, citando um relacionamento abusivo como contexto.
O Conselho de Sentença, formado por sete cidadãos, será responsável pela decisão sobre condenação ou absolvição. A expectativa é que o julgamento dure entre dez dias e duas semanas.
Entre na conversa da comunidade