- O sistema Cantareira, que abastece quase metade da Grande São Paulo, terminou o verão com o pior patamar em dez anos.
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- Os reservatórios chegaram a 44% do volume útil, conforme a agência que monitora as represas do estado.
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- O Cantareira não se beneficiou da recuperação observada no Guarapiranga; a pressão da água deve permanecer em 10 horas por dia por enquanto.
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- A Jaguari, parte do sistema, continua com nível baixo para o período, mantendo preocupação entre especialistas.
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- A chegada do período mais seco do ano aumenta a apreensão sobre o abastecimento na região.
O sistema Cantareira, que abastece quase metade da Grande São Paulo, encerrou o verão com o pior patamar em uma década. Os reservatórios estão em queda e, apesar de leve recuperação nas últimas semanas, especialistas alertam para a continuidade da seca neste início de outono.
A represa Jaguari integra o Cantareira. Em Piracaia, no interior, a água que chega ao ponto de medição parece um córrego na prática. Morador da região, Carmo relata mudança no cenário e relembra o período de maior reserva hídrica, quando o rio cobria boa parte da vegetação.
Nesta temporada, o Cantareira fechou o verão com apenas 44% do volume útil disponível, segundo a agência estadual que monitora as represas. O sistema não teve o mesmo avanço observado por outras regiões, como o Guarapiranga, que apresentou melhora nos níveis.
A redução na pressão de água deverá permanecer por 10 horas diárias, mantendo restrições que afetam o abastecimento da população da região metropolitana. Autoridades asseguram que medidas de gestão hídrica permanecem em vigor para enfrentar o período seco.
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