- Polícia Civil cumpriu 21 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Alagoas, Ceará e Bahia, com quatro prisões e dois foragidos no golpe do falso advogado.
- A operação também ocorreu em outros estados, com atuação de uma quadrilha que atuava em 14 estados.
- O grupo usava dados de processos judiciais para identificar pessoas com valores a receber e cobrava taxas inexistentes para liberar o suposto dinheiro.
- Inteligência artificial era empregada para tornar os golpes mais sofisticados, com uso de celulares, computadores e contas de laranjas para movimentar os valores.
- Até o momento, cinco vítimas foram identificadas, mas a polícia acredita que o número seja maior.
A Polícia Civil cumpriu 21 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Alagoas, Ceará e Bahia, prendendo quatro suspeitos no golpe do falso advogado. Dois integrantes continuam foragidos, segundo as autoridades.
A investigação aponta que a quadrilha atuava em 14 estados, utilizando dados de processos judiciais para identificar pessoas com valores a receber. Em seguida, os criminosos sePASSavam por advogados e cobravam taxas inexistentes para liberar o suposto dinheiro.
Os investigadores afirmam que os golpes eram praticados, em muitos casos, a partir das próprias residências, com o uso de celulares, computadores e inteligência artificial para tornar as fraudes mais sofisticadas. Contas de laranjas eram usadas para transferir os valores, dificultando o rastreamento.
Até o momento, cinco vítimas foram identificadas pela polícia, mas os agentes estimam que esse número possa ser maior. As apurações continuam para localizar os outros dois suspeitos e apurar a extensão dos golpes.
Detalhes da operação
A ação ocorreu de forma coordenada entre as forças de segurança dos quatro estados, com necessidade de perícias técnicas eitivações digitais para embasar as prisões.
Perfil da quadrilha
As investigações ressaltam que o esquema combinava falsificação de documentos, uso de dados públicos e processos judiciais, além da hierarquização entre os integrantes para a cobrança de supostas taxas de liberação de valores.
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