- Ministério Público do Rio Grande do Sul denunciou um médico de 60 anos por duas tentativas de homicídio doloso em Presidente Lucena (RS), incluindo o ataque ao próprio irmão.
- Os atos teriam ocorrido no dia 3 de março; antes de chegar à casa do irmão, o médico atropelou uma pessoa idosa e, no local, tentou matar o familiar com golpes de paulada.
- O MP também atua para que outros cinco atropelamentos em Novo Hamburgo sejam julgados como tentativa de homicídio pelo Tribunal do Júri.
- Há indícios de que os atos foram deliberados, com base em depoimentos, imagens e na classificação jurídica da polícia. O MP pediu abertura de incidente de insanidade mental, já autorizado pela Justiça.
- O médico Paulo Adriano está preso preventivamente; o Ministério Público também requereu medidas administrativas junto ao Conselho Regional de Medicina.
O Ministério Público do Rio Grande do Sul denunciou um médico de 60 anos por duas tentativas de homicídio doloso em Presidente Lucena (RS). O acusado também é alvo de investigação por um ataque ao próprio irmão. O MP sustenta que os atos ocorreram no dia 3 de março.
Conforme a denúncia, antes de chegar à casa do irmão, o médico atropelou uma pessoa idosa. No local, teriam ocorrido golpes de paulada contra o familiar, também idoso. As vítimas são de idade avançada, o que agrava as acusações.
O MP pediu a abertura de incidente de insanidade mental, autorizado pela Justiça. Além disso, solicitou ao Conselho Regional de Medicina medidas administrativas, como eventual suspensão profissional. Investigações apontam indícios de dolo deliberado.
Casos adicionais em Novo Hamburgo
Segundo as investigações, momentos antes dos fatos em Presidente Lucena, o médico já havia atropelado outras pessoas em Novo Hamburgo. Testemunhas disseram que ele mudava intencionalmente o trajeto para atingir pedestres, totalizando seis vítimas atropeladas.
Em um dos episódios, uma pessoa caminhava com um bebê no colo e uma criança ao lado, resultando em ferimentos na perna. As evidências incluem depoimentos, imagens e a classificação jurídica da Polícia Civil.
Paulo Adriano permanece preso à disposição da Justiça. A prisão em flagrante foi convertida em preventiva com base nos elementos apresentados pela investigação.
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