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Mulher suspeita de matar filha recém-nascida é presa em Minas Gerais

Mulher de 21 anos é presa em Curvelo sob suspeita de matar filha recém-nascida; afirma ter matado outro filho no ano passado

PCMG (Polícia Civil de Minas Gerais)
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  • Mulher de 21 anos foi presa preventivamente pela Polícia Civil de Minas Gerais, suspeita de matar a própria filha recém-nascida de 39 dias em Curvelo.
  • A criança foi encontrada morta na residência da família, após atendimento do Samu, e o laudo de necropsia apontou asfixia mecânica como causa.
  • Durante o interrogatório, a mãe confessou ter provocado a morte da bebê na madrugada, usando um cobertor para obstruir as vias respiratórias; afirmou ainda ter cometido crime semelhante no ano anterior.
  • As investigações apontam histórico de rejeição à maternidade e negligência nos cuidados com a vítima, além de risco para o segundo filho, de 2 anos, que estava sob proteção da mãe.
  • A suspeita foi encaminhada ao sistema prisional e as apurações continuam para os dois casos.

Uma mulher de 21 anos foi presa preventivamente pela Polícia Civil de Minas Gerais, suspeita de matar a própria filha recém-nascida de 39 dias em Curvelo, região Central de Minas. O crime teria ocorrido durante a madrugada, segundo os investigadores.

A prisão foi decretada após a conclusão do inquérito policial feito pela PCMG, que também requisitou exames periciais e oitivas com familiares. O laudo de necropsia apontou a asfixia mecânica como causa da morte da bebê.

Durante o interrogatório, a mãe confessou ter provocado a morte da filha, utilizando um cobertor para obstruir as vias respiratórias. Ela também relatou ter cometido crime semelhante no ano anterior, envolvendo outro filho recém-nascido.

Investigação e desdobramentos

Segundo a Polícia Civil, há um histórico de rejeição à maternidade e negligência nos cuidados com a vítima, conforme relatos de testemunhas. Além disso, há a preocupação com a proteção de um terceiro filho, de 2 anos, que estava em situação de risco.

A investigada foi encaminhada ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça. As apurações continuam para esclarecer ambos os casos e concluir os procedimentos da polícia judiciária.

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