Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Saúde libera R$ 900 mil para combate à chikungunya em Dourados

Ministério libera R$ 900 mil em parcela única para vigilância, controle do Aedes e assistência em Dourados, somando ações com EDLs e atuação em aldeias

Fumacê - Carro pulveriza inseticida. Produto é eficaz contra o mosquito que transmite dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Foto: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília
0:00
Carregando...
0:00
  • O Ministério da Saúde liberou R$ 900 mil para ações de vigilância, assistência e controle do Chikungunya na região da Grande Dourados, em Mato Grosso do Sul, em parcela única.
  • Os recursos serão transferidos do Fundo Nacional de Saúde ao fundo municipal para ampliar vigilância, combate ao Aedes aegypti e suporte às equipes de atendimento.
  • A medida integra ações como instalação de mil Estações Disseminadoras de Larvicida (EDLs) para reduzir criadouros do mosquito.
  • Agentes municipais passaram por capacitação com técnicos da Coordenação-Geral de Vigilância de Arboviroses para uso de novas tecnologias de controle vetorial.
  • A Força Nacional do SUS atua em Dourados desde 18 de março, com 34 profissionais mobilizados, e a avaliação inclui busca ativa em aldeias Jaguapiru e Bororó, com 106 atendimentos domiciliares.

O Ministério da Saúde liberou 900 mil reais em aporte emergencial para ações de vigilância, assistência e controle do Chikungunya na região da Grande Dourados, em Mato Grosso do Sul. O recurso será transferido em parcela única do Fundo Nacional de Saúde ao fundo municipal.

O objetivo é intensificar estratégias de vigilância em saúde, combater o mosquito Aedes aegypti e qualificar a assistência às equipes de atendimento. A medida se soma a ações já em curso, como a instalação de mil Estações Disseminadoras de Larvicida (EDLs).

A operação envolve capacitação de agentes municipais por técnicos da Coordenação-Geral de Vigilância de Arboviroses. Também ocorre busca ativa em territórios indígenas com apoio da Força Nacional do SUS e da Sesai, com 106 atendimentos domiciliares nas aldeias Jaguapiru e Bororó.

Força-tarefa e desdobramentos

Na última semana, o Ministério instalou uma sala de situação para coordenar as ações federais contra o Chikungunya, com previsão de levar a estrutura ao território. A ideia é ampliar a integração entre áreas técnicas, gestores e órgãos públicos.

Desde março, equipes de saúde e endemias visitaram mais de 2,2 mil residências na região. Mutirões de limpeza, eliminação de criadouros e aplicação de larvicidas estão entre as ações em andamento. O ministério também autorizou, em caráter emergencial, a contratação de 20 agentes de combate a endemias.

Contexto e cenário epidemiológico

Desde 18 de março, a Força Nacional do SUS atua no município, em parceria com equipes locais. Atualmente, 34 profissionais, entre médicos, enfermeiros e técnicos, apoiam as áreas mais afetadas. O alerta epidemiológico partiu do Distrito Sanitário Especial Indígena de MS, diante do aumento de arboviroses.

A chikungunya é transmitida pelo Aedes, principalmente na sua forma vetor. O vírus chegou às Américas em 2013, provocando surtos na região. Em 2023, houve dispersão territorial significativa no Sudeste, com impactos relevantes para a saúde pública.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais