- Pelo menos 57 pessoas morreram em acidentes nas rodovias federais durante o feriado, conforme o Ministério da Infraestrutura, mais do que as 50 vítimas registradas no mesmo período do ano anterior.
- A maior parte dos acidentes ocorreu em rodovias de pista simples, com destaque para o estado de Minas Gerais, que teve o maior número de mortes, seguido por São Paulo e Rio de Janeiro.
- O levantamento aponta que a maioria dos acidentes envolveu motocicletas, seguida por veículos de passeio e caminhões.
- O ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, afirmou que é essencial reforçar a fiscalização e a conscientização para reduzir o número de vítimas.
- A Polícia Rodoviária Federal intensificou ações de fiscalização durante o feriado, com foco em velocidade, uso do cinto de segurança e embriaguez ao volante, além de campanhas educativas nas rodovias.
Pelo menos 57 pessoas morreram em acidentes nas rodovias federais durante o feriado, aponta o Ministério da Infraestrutura. O número é superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando houve 50 mortes. A passagem de feriado ampliou o fluxo de veículos.
A maior incidência ocorreu em rodovias de pista simples, com Minas Gerais liderando as fatalidades, seguida por São Paulo e Rio de Janeiro. Entre os tipos de veículo, as motocicletas foram as mais envolvidas, seguidas por carros de passeio e caminhões.
Panorama da fiscalização
O ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, ressaltou a importância de reforçar a fiscalização e a conscientização dos motoristas para reduzir o número de mortes. Ele afirmou que o objetivo é ampliar a segurança nas rodovias federais.
A Polícia Rodoviária Federal intensificou ações durante o feriado, com foco em velocidade, uso do cinto e embriaguez ao volante. Também foram realizadas campanhas educativas nas rodovias para orientar os motoristas sobre os riscos de acidentes.
Perspectiva de continuidade
O feriado de Páscoa mostrou aumento no fluxo de veículos nas rodovias federais, contribuindo para o crescimento do registro de acidentes. As ações de fiscalização e conscientização devem seguir ao longo do mês para reduzir ocorrências e salvar vidas.
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