- Criminosos passam-se por funcionários de oficinas ou concessionárias para tentar receber Pix, usando dados do veículo para parecer confiáveis.
- A fraude ocorre quando o proprietário é contatado e informado de pendência ou atualização de dados, pedindo transferência via Pix.
- Dados acessados em oficinas são usados para se passar por mecânicos ou seguradoras, oferecendo serviços inexistentes e levando a autorizar transferências.
- Orientação policial: confirme a identidade do solicitante e utilize canais oficiais da instituição financeira ou conte com atendimento presencial para a transação.
- Dicas de proteção: não compartilhe dados bancários por telefone ou mensagem, verifique a identidade antes de qualquer transferência e registre ocorrência em caso de suspeita.
O golpe do Pix usa informações de veículos em oficinas para fraudes financeiras. Criminosos se apresentam como funcionários ou representantes de concessionárias e solicitam transferências via Pix, alegando pendências ou atualização de dados.
Segundo a Polícia Civil, o esquema recorre a dados acessados durante manutenção de carros para parecer legítimo. Proprietários são alvo ao receber chamadas, mensagens ou contatos que parecem oficiais.
Especialistas destacam a necessidade de não compartilhar dados pessoais ou bancários sem verificação. Em caso de dúvida, confirmar a solicitação diretamente com a oficina ou concessionária por canais oficiais.
Como se proteger
- Nunca compartilhe dados bancários ou pessoais por telefone ou mensagem.
- Verifique a identidade do interlocutor entrando em contato com a oficina pelos canais oficiais.
- Desconfie de pedidos de Pix sem justificativa clara e confirme a origem da cobrança.
Como agir em caso de fraude
- Registre boletim de ocorrência com todos os detalhes do contato recebido.
- Informe o banco para bloquear transações suspeitas e evitar maiores prejuízos.
- Procure a polícia imediatamente se houver suspeita de golpe relacionado a veículo ou oficina.
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