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Golpistas criam páginas falsas para vender ingressos de shows do BTS no Brasil

Golpistas criam páginas falsas para vender ingressos do BTS no Brasil, imitando a Ticketmaster e pedindo dados pessoais com pagamento via PIX

Golpistas criam páginas falsas para vender ingressos de shows do BTS no Brasil; veja como se proteger — Foto: Reprodução
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  • Golpistas criaram pelo menos dez páginas falsas em abril para vender ingressos do BTS no Brasil, imitando o site oficial da Ticketmaster e pedindo dados pessoais, com pagamento via PIX.
  • As páginas falsificadas copiavam a identidade visual da Ticketmaster e simulavam o processo de compra, inclusive exibindo ingressos disponíveis quando o titular dizia estar esgotado.
  • Os endereços dos sites fraudulentos terminavam em .online, .website ou .site, enquanto o site oficial usa .com.br.
  • Em alguns golpes, era pedido CPF, nome completo, e-mail, cidade e celular antes do pagamento; os preços variavam entre R$ 340 e R$ 495.
  • Dicas de proteção: verificar a URL, observar inconsistências visuais, desconfiar de ofertas com urgência ou preços muito baixos; se cair no golpe, procurar o banco e o Mecanismo Especial de Devolução do PIX; a Ticketmaster afirma monitorar fraudes e orientar a compra apenas pelo site oficial.

Golpistas criaram páginas falsas para vender ingressos de shows do BTS no Brasil, explorando a vinda do grupo. Ao menos 10 sites fraudulentos foram detectados apenas em abril, segundo a empresa de segurança digital. As páginas imitavam o visual da Ticketmaster e copiavam o processo de compra, aumentando o risco de vítima.

Os golpes surgem com finalidade de coletar dados pessoais e facilitar pagamentos por PIX. Endereços usados pelas fraudes tinham finais como .online, .website ou .site, enquanto o site oficial termina em .com.br. A prática fere a confiança dos consumidores que buscam ingressos oficiais.

Em ao menos um dos links, antes de pagar, a página pedia CPF, nome, e-mail, cidade e celular da vítima. O pagamento, na maioria dos casos, é direcionado ao PIX, comcartões oferecendo apenas como opção alternativa. A estratégia busca pressa e simplicidade no ato da compra.

O que está em jogo

A Ticketmaster informou que monitora páginas fraudulentas que utilizam sua marca e atua para removê-las. A empresa reforça que as vendas oficiais são feitas apenas pelo site oficial e orienta evitar plataformas não autorizadas para prevenir fraudes.

O G1 teve acesso a alguns links falsos, que exibiam entradas disponíveis apenas até o momento em que o site oficial já anunciava o esgotamento. Os valores apontados variavam entre R$ 340 e R$ 495 por ingresso.

Caso haja suspeita de golpe, o banco pode oferecer vias de contestação do PIX. Segundo especialistas, o Mecanismo Especial de Devolução facilita a tentativa de reversão do pagamento, ainda que haja risco de perda financeira.

Dicas de proteção

Verifique o URL com atenção e prefira domínios oficiais como .com.br. Desconfie de páginas com aparência idêntica, mas com inconsistências visuais. Cuidado com mensagens que criam urgência ou alertas de “últimas unidades”.

Desconfie de preços muito abaixo do mercado, que costumam sinalizar golpe. Evite fornecer dados sensíveis sem confirmar a procedência da loja. Em caso de golpe, procure o banco e avalie as opções de recuperação do PIX.

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