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Três PMs são presos por suspeita de desvio de armas e drogas no Rio

Três policiais militares são presos por suspeita de desvio de armas, drogas e cargas roubadas; investigação aponta milícia, peculato e negociações ilícitas

Armas, drogas e materiais apreendidos durante operação que investiga desvio de itens por policiais militares no Rio.
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  • Três policiais militares foram presos nesta terça-feira (7) sob suspeita de desvio de armas apreendidas, drogas e cargas roubadas.
  • Os sargentos Ricardo da Silva Ferreira, Raphael Nascimento Ribeiro e Thiago Corrêa da Costa são apontados como integrantes de associação criminosa e peculato, com mandados de prisão e busca e apreensão cumpridos.
  • A investigação, conduzida pelo Ministério Público do Rio de Janeiro com apoio da Corregedoria da Polícia Militar, teve origem em apurações sobre milícia no bairro Anchieta, na zona Norte, e na Baixada Fluminense.
  • Interceptações indicam negociações envolvendo drogas e mercadorias roubadas, incluindo discussão sobre venda de grande quantidade de maconha e de uma carga de refrigerantes de origem ilícita.
  • Parte das armas recolhidas em operações deixaria de ser apresentada às autoridades e seria repassada dentro do grupo investigado.

Três policiais militares foram presos nesta terça-feira (7) no Rio de Janeiro, sob suspeita de desvio de armas apreendidas, drogas e cargas roubadas. A ação decorre de investigação do MPRJ com suporte da Corregedoria da Polícia Militar.

Os sargentos Ricardo da Silva Ferreira, Raphael Nascimento Ribeiro e Thiago Corrêa da Costa são apontados como integrantes de um esquema que envolveria associação criminosa e peculato. Mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos pela Justiça Militar.

A apuração teve início com apurações sobre a atuação de uma milícia no bairro Anchieta, zona Norte da capital, e na Baixada Fluminense. Os investigadores identificaram indícios de que armas apreendidas não eram registradas e acabavam desviadas.

Interceptações e provas indicam negociações envolvendo drogas e mercadorias roubadas. Em um caso, dois suspeitos discutem a venda de grande quantidade de maconha; em outro, há menção à venda de uma carga de refrigerantes de origem ilícita.

Segundo apurado, parte das armas recolhidas durante operações policiais deixaria de ser apresentada às autoridades e seria repassada dentro do grupo.

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