- Um médico e uma enfermeira foram presos em flagrante em uma clínica na Estrada do Joá, Conrado, zona sul do Rio de Janeiro, durante a Operação Monjauro.
- A ação foi realizada pela Delegacia do Consumidor (Decon) com apoio do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) e resultou na apreensão de medicações proibidas, incluindo canetas emagrecedoras.
- Foram encontrados hormônios sem registro na Anvisa e diversos medicamentos vencidos na clínica.
- A distribuição dos itens ilícitos acontece a partir da cidade de São Paulo; a investigação continua para mapear toda a cadeia criminosa, principalmente fornecedores.
- Os envolvidos foram autuados por crime contra a ordem tributária e a relação de consumo.
Um médico e uma enfermeira foram presos em flagrante durante a continuidade da Operação Monjauro, desta vez em uma clínica situada na Estrada do Joá, em São Conrado, zona sul do Rio de Janeiro. A apreensão ocorreu após fiscalização da Delegacia do Consumidor (Decon) com apoio do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE). Foram encontrados diversos itens proibidos no local, incluindo medicações comercializadas como canetas emagrecedoras. Todo o material foi apreendido.
Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Civil, as irregularidades motivaram a prisão em flagrante do dono da clínica, que é médico, e da responsável técnica, uma enfermeira. Os dois foram autuados pelos crimes de violação à ordem tributária e à relação de consumo. O objetivo inicial é entender a extensão das irregularidades e o funcionamento da rede de distribuição.
A investigação teve início com inteligência e monitoramento da clínica, que resultaram na decisão de realizar a fiscalização. Durante as buscas, foram encontrados itens proibidos, incluindo canetas emagrecedoras, hormônios sem registro na Anvisa e medicamentos vencidos. A Secretaria de Polícia Civil informou que os itens tinham origem não especificada e não possuíam autorização sanitária.
A apuração aponta que os produtos eram distribuídos a partir da cidade de São Paulo. A Delegacia do Consumidor continua com diligências para mapear toda a cadeia criminosa, com foco em identificar os fornecedores das substâncias ilícitas. Os alvos da operação são pessoas envolvidas com a comercialização e aplicação de medicamentos irregulares.
Além do caso na clínica, a Decon já havia prendido um casal na segunda-feira anterior, suspeito de comercializar, de forma ilícita, produtos terapêuticos e emagrecedores sem autorização da Anvisa. A Polícia Civil informou que os itens tinham origem desconhecida e não possuíam registro sanitário.
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