- Em o centro de São Paulo, um flanelinha foi flagrado destruindo sinalização de trânsito ao quebrar uma placa da zona azul com um pedaço de madeira.
- O registro ocorreu em áreas movimentadas, como a rua 25 de março e o Mercado Municipal, com relatos de abordagens antes de estacionar, negociação de valores e ameaças.
- Além de ocupar vagas, há casos em que flanelinhas bloqueiam vagas, movimentam veículos com chaves próprias e impedem descarregamento de caminhões sem pagamento.
- Embora a atividade seja proibida apenas pela prática de cobrança ou intimidação, pode configurar extorsão; em alguns casos, pessoas relatam multas em locais sem sinalização.
- Em 2025, mais de 1.275 placas foram vandalizadas na capital; a prefeitura diz que a Guarda Municipal intensifica o patrulhamento para coibir as irregularidades.
O Flanelinha flagrado destruindo sinalização de trânsito em SP evidencia problemas de ocupação de espaços públicos e de cobranças ilegais nas vias centrais da capital. O episódio ocorreu no centro de São Paulo, onde um homem foi visto quebrando uma placa de zona azul com um pedaço de madeira, deixando a vaga desregulada e abrindo espaço para cobranças informais.
A prática envolve guardadores informais que atuam em áreas movimentadas, como a rua 25 de Março e o Mercado Municipal. Motoristas relatam abordagens antes de estacionar, negociações de valores e, em alguns casos, ameaças. Em certos pontos, flanelinhas chegam a bloquear vagas, movimentar veículos com chaves próprias e impedir descarregamentos de caminhões sem pagamento.
A ilegalidade não está na ocupação em si, mas nas cobranças e intimidações associadas. Em 2025, a cidade registrou mais de 1.275 placas vandalizadas, conforme dados da prefeitura. A Guarda Municipal informou que aumenta o patrulhamento para coibir irregularidades e melhorar a fiscalização.
Contexto e ações de combate
Segundo a prefeitura, equipes de fiscalização têm intensificado operações em áreas de maior concentração de veículos. O objetivo é reduzir riscos para motoristas e evitar extorsões. A prefeitura também orienta que ocorrências ou ameaças sejam registradas nas autoridades competentes.
A atuação irregular desses guardadores compromete a organização do espaço público, aumenta o risco de acidentes e dificulta o fluxo de trânsito. As denúncias incluem cobrança de taxas extras, uso de chaves próprias para mover veículos e bloqueios de vagas sem pagamento.
Em resposta, órgãos municipais ressaltam o trabalho de monitoramento e o reforço de sinalização para evitar ambiguidades de cobrança. Medidas adicionais devem incluir ações de educação pública, transparência sobre zonas de estacionamento e fiscalização mais rígida.
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