- Protesto interditou a estação São Gabriel, na região Nordeste de Belo Horizonte, na noite desta quinta-feira (09), com moradores apontando problemas no transporte coletivo.
- Manifestantes impediram a saída de alguns veículos e reclamaram de falta de ônibus, superlotação, longas filas e descumprimento de horários, especialmente nas linhas 814, 832 e 708.
- A Sumob informou que a redução de viagens ocorreu pela retirada de ônibus com idade máxima de doze anos; sem reposição imediata da frota, os serviços ficaram impactados.
- A Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal foram acionadas; três homens foram encaminhados à delegacia por dano ao patrimônio após quebrarem e removerem um banco de concreto que bloqueava a saída dos ônibus.
- A Sumob informou que novos veículos já foram adquiridos e que seis ônibus reserva de outras operadoras estão sendo usados para minimizar impactos, ainda com necessidade de complementar a frota; o modelo consorciado Setra-BH mantém a gestão da operação.
Um protesto interditou a estação São Gabriel, na região Nordeste de Belo Horizonte, na noite desta quinta-feira (9). Os manifestantes impediram a saída de alguns veículos, apontando problemas recorrentes no transporte público.
Entre as reclamações conhecidas estão a falta de ônibus, superlotação, longas filas e descumprimento de horários. Ainda segundo relatos, as linhas 814, 832 e 708 teriam operado com irregularidades frequentes, com passageiros criticando as condições dos veículos.
A Sumob, BHTrans, a Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal foram acionadas. Três homens foram detidos por dano ao patrimônio, após arrancarem um banco de concreto para obstruir a saída dos ônibus e, em seguida, quebrarem o objeto.
A Sumob explicou que a redução de viagens ocorreu pela retirada de veículos de circulação, que perderam a autorização por atingirem 12 anos de uso. A não reposição integral da frota impactou as viagens realizadas.
O sistema de monitoramento em tempo real identificou as viagens não realizadas. Sanções administrativas foram aplicadas à empresa, que também deixou de receber remuneração complementar por serviços não cumpridos. Um processo administrativo foi instaurado.
A empresa informou que já adquiriu novos veículos. Quase seis ônibus reserva de outras operadoras estão sendo usados para minimizar os impactos, com a necessidade de complementar a frota ainda presente.
Sobre o modelo de operação
O transporte de Belo Horizonte opera em regime consorciado, com responsabilidade dos conjuntos de empresas, por meio do Setra-BH, para manter a regularidade da operação, incluindo uso de frotas reserva e remanejamentos quando necessário. O Setra-BH ainda não se posicionou oficialmente sobre o tema.
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