- Motoristas de Belo Horizonte protestam por salários atrasados, impactando mais de cem viagens de ônibus.
- A manifestação ocorreu na região da TransOeste.
- Funcionários dizem que não receberam salário nem FGTS neste mês.
- A prefeitura de Belo Horizonte (PBH) informou que punirá os responsáveis pela suspensão das viagens.
- A situação envolve apuração interna e medidas administrativas para normalizar o serviço.
Protesto de motoristas em Belo Horizonte afeta mais de 100 viagens de ônibus e Prefeitura anuncia punição
Motoristas de ônibus de Belo Horizonte realizaram um protesto nesta semana devido ao atraso de salários e do FGTS, conforme relatos de trabalhadores e apurações locais. A mobilização interrompeu ou atrasou mais de 100 viagens pelo sistema de transporte público da capital, segundo relatos de usuários e observadores. A manifestação ocorreu na região da TransOeste, onde os motoristas reivindicam pagamento pendente.
Segundo os trabalhadores, os salários não foram pagos neste mês e o depósito do FGTS também não foi efetuado. A greve parcial impacta a circulação de ônibus, causando atrasos e insatisfação entre passageiros que dependem do serviço diário. A PBH, prefeitura de Belo Horizonte, informou que acompanha o caso e confirmou que haverá medidas disciplinares contra as empresas envolvidas, com o objetivo de normalizar o atendimento e assegurar direitos trabalhistas.
Punição e medidas da PBH
A PBH anunciou que tomará medidas administrativas contra as concessionárias responsáveis pela operação, com base em auditorias e na verificação de irregularidades. A prefeitura destacou que o pagamento correto de salários e benefícios é obrigação contratual e que a continuidade do serviço depende do cumprimento dessas obrigações. A apuração continua e não há prazo divulgado para a regularização total do pagamento aos motoristas.
O município ressalta que a rede de transporte público é essencial para a mobilidade urbana, e que a coleta de informações sobre o incidente segue em andamento junto às empresas operadoras. Até o momento, não houve confirmação de paralisação total, apenas de atrasos significativos que impactaram o fluxo de viagens na região.
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