- A FAA está investigando após um grande bloco de gelo ter caído do céu, atravessando o telhado de uma casa em Whittier, Califórnia, e atingido o sofá do inquilino.
- O fato ocorreu por volta das 11h, no dia 10 de abril, segundo autoridades locais.
- A moradora Thania Magana e o inquilino Yuder Grau relataram ter ouvido um “som de explosão” e disseram que o gelo apresentava cheiro forte.
- A área foi classificada como “circunstância suspeita” pela polícia local, e a FAA confirmou a abertura da investigação; dados de voo sugerem que uma aeronave passou diretamente sobre o bairro no momento.
- Não houve feridos, e autoridades ressaltaram preocupações de segurança aérea em áreas densamente povoadas; o texto também lembra histórico de incidentes semelhantes, como o acordo de Delta em 2025 relacionado a derramamento de combustível.
O Federal Aviation Administration (FAA) abriu uma investigação após um bloco de gelo cair do céu e atravessar o teto de uma residência em Whittier, no condado de Los Angeles, na Califórnia. O objeto atingiu o sofá da casa onde mora o inquilino, Yuder Grau, em frente ao imóvel de Thania Magana, por volta das 11h de 10 de abril.
Segundo autoridades locais, o incidente foi considerado uma “circunstância suspeita” e foi encaminhado aos sensores da FAA para apuração. Não houve feridos, mas a família relatou odor desagradável do gelo ao tocar no objeto. A aeronave passou diretamente sobre a região no momento do ocorrido, de acordo com dados de tráfego aéreo.
AFAA confirmou a abertura da investigação. Em carta à agência, a moradora Magana destacou a gravidade do fato e a necessidade de esclarecer se o material pode ter origem em sistemas da aeronave, em vazamento de resíduos ou em outra fonte, para evitar riscos em áreas densamente povoadas.
Contexto recente noCondado de Los Angeles
Em 2025, a região enfrentou outro episódio envolvendo detritos de aeronaves. A Delta Air Lines concordou em pagar mais de 78 milhões de dólares para resolver processo sobre um despejo de combustível em 2020, que atingiu escolas e residências na área, segundo relatos da imprensa local. A companhia negou irregularidades, alegando que o acordo evitava custos de litígio.
As autoridades locais destacaram a necessidade de monitoramento rigoroso de eventos incomuns envolvendo segurança aérea e de manter a população informada sobre desdobramentos da investigação.
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