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SP registra ao menos 50 ataques da Gangue da pedrada a motoristas

Gangue da pedrada ataca motoristas em congestionamentos; pelo menos cinquenta casos registrados na região central de São Paulo levam condutores a mudar rotinas

'Gangue da pedrada': SP registra ao menos 50 casos de ataques a motoristas e passageiros no trânsito
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  • A chamada “Gangue da pedrada” atingiu ao menos 50 casos na região central de São Paulo neste ano, com ataques ocorrendo principalmente em congestionamentos.
  • Os golpes costumam acontecer quando os veículos estão parados no trânsito, com o objetivo de subtrair celulares de motoristas e passageiros.
  • Taxistas e motoristas de aplicativo estão entre as principais vítimas, devido ao uso frequente de celulares por passageiros.
  • Profissionais têm alterado rotinas e orientado clientes a evitar utilizar o celular em áreas vulneráveis.
  • A Polícia Militar informou reforço no patrulhamento com motos e drones para reduzir o crime.

Oito relatos apontam uma onda de ataques conhecidos como Gangue da pedrada na região central de São Paulo, com pelo menos 50 ocorrências registradas neste ano. Os ataques costumam acontecer em congestionamentos, quando os veículos estão parados.

Os golpes atingem principalmente motoristas de táxi e de aplicativos, que perdem celulares durante a abordagem. Os ataques duram poucos segundos e ocorrem no momento em que o automóvel está parado no semáforo.

Motoristas relatam o susto imediato ao perceber o criminoso quebrando o vidro; após o pedido de bem, o criminoso foge rapidamente com o celular da vítima. Profissionais de transporte passaram a orientar clientes a evitar o uso de celulares em áreas de maior vulnerabilidade.

Medidas de segurança e atuação policial

A Polícia Militar informou reforço do patrulhamento com motos em corredores de tráfego e com drones para monitoramento. A finalidade é reduzir a incidência desses crimes e facilitar a localização dos suspeitos.

Enquanto isso, trabalhadores do transporte têm alterado rotinas para reduzir o risco, como reduzir o uso de aparelhos durante o trajeto e evitar paradas em locais de alta vulnerabilidade, principalmente em horários de pico.

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