- A Justiça de Minas Gerais condenou Lucas Reis Sampaio a 11 anos e três meses de prisão por homicídio simples e por conduzir veículo com capacidade psicomotora alterada por conta de álcool.
- A sentença determinou cumprimento da pena em regime fechado, depois que o réu já respondia em liberdade, com a prisão preventiva decretada.
- O crime ocorreu em 17 de dezembro de 2011, no cruzamento das ruas Sergipe e Antônio de Albuquerque, no bairro Savassi, em Belo Horizonte.
- Segundo a denúncia, o motorista voltou da festa alcoolizado e, ao desrespeitar o semáforo, colidiu com uma Toyota Hilux, que capotou e teve o condutor morto no local.
- Após o acidente, o réu deixou o local e, inicialmente, alegou que o veículo havia sido furtado, até confessar a autoria do crime.
A Justiça de Minas Gerais condenou, nesta sexta-feira (17), Lucas Reis Sampaio a 11 anos e 3 meses de prisão pela morte de um homem ocorrida em dezembro de 2011, no bairro Savassi, em Belo Horizonte. O réu foi julgado pelo 1º Tribunal do Júri da Comarca da capital, por homicídio simples e por conduzir veículo com capacidade psicomotora alterada pela ingestão de álcool.
A sentença determina regime fechado para o cumprimento da pena. Sampaio respondia ao processo em liberdade, o que levou à decretação de prisão preventiva durante a tramitação do caso.
Relembre o caso
O acidente ocorreu em 17 de dezembro de 2011, no cruzamento das ruas Sergipe e Antônio de Albuquerque. Segundo a denúncia do Ministério Público de Minas Gerais, o motorista havia saído de uma festa em uma boate na noite anterior e estava acompanhado de um amigo, sob efeito de álcool e substâncias entorpecentes.
Ainda de acordo com a decisão, Sampaio não respeitou o semáforo ao seguir pela Antônio de Albuquerque, atingindo uma Toyota Hilux. O impacto fez o veículo capotar e a vítima foi lançada para fora, falecendo ainda no local.
Após o choque, o réu deixou o local e acusou ter tido o carro furtado. Questionado durante as apurações, acabou assumindo a autoria do crime, segundo a sentença. A supervisão do caso continua conforme os trâmites legais.
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