- Laudos indicam lesões graves, principalmente nos pulmões, da professora Juliana Faustino Bassetto, 27 anos, que morreu após passar mal durante aula de natação em uma academia na Zona Leste de São Paulo.
- Exames sugerem possível exposição a substâncias tóxicas, com risco de inflamação severa e insuficiência respiratória, e água da piscina e químicos são analisados.
- Duas hipóteses principais são: reação entre cloro e substâncias ácidas ou mistura indevida de produtos de limpeza, que poderia gerar gás cloro tóxico; porém não há confirmação causal até o momento.
- Três sócios da academia foram indiciados por homicídio com dolo eventual e seguem em liberdade mediante medidas cautelares.
- A defesa da academia afirma não ter acesso ao laudo completo do Instituto Médico Legal, e sustenta que análises preliminares da água não indicaram até agora elementos que comprovem uma reação química nociva à saúde.
A professora Juliana Faustino Bassetto, 27 anos, morreu após passar mal durante uma aula de natação em uma academia da Zona Leste de São Paulo. Laudos do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal indicam lesões graves, principalmente nos pulmões, com parada cardíaca como desfecho. O caso ocorreu em fevereiro de 2026.
Segundo os peritos, o comprometimento pulmonar pode estar associado à inalação de substâncias tóxicas, provocando inflamação severa e insuficiência respiratória. A Polícia Civil investiga as circunstâncias, incluindo a água da piscina e os produtos químicos utilizados no local.
A família da vítima não teve o laudo completo do IML publicamente divulgado até o momento, e a defesa da academia afirma que análises preliminares da água, até então, não indicaram uma reação química nociva. Três sócios da academia foram indiciados por homicídio com dolo eventual e seguem em liberdade com medidas cautelares.
Investigação em curso
A perícia considerou duas hipóteses principais para o diagnóstico: reação entre o cloro e substâncias ácidas presentes na água ou uma mistura indevida de produtos de limpeza, que pode ter gerado gás cloro, altamente tóxico. Contudo, os laudos não confirmam, de forma conclusiva, que tais substâncias tenham causado a morte ou o mal-estar de outros frequentadores.
O marido da vítima foi internado após o ocorrido, mas recebeu alta dias depois. Não há confirmação de autoria direta, apenas indícios que estão sendo apurados pela Polícia Civil. A investigação permanece aberta para esclarecer responsabilidades e circunstâncias do episódio.
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