- A instrução do processo está marcada para 11 de maio, quando o Judiciário decidirá se o caso vai a júri popular, por envolver crime contra a vida.
- O rapper Oruam está foragido desde fevereiro de 2026 e teve prisão preventiva decretada por descumprir regras da Justiça, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica.
- Caso o julgamento siga adiante, o caso será analisado por jurados, independentemente da presença do acusado, conforme determinação para crimes contra a vida.
- O processo corre em segredo de Justiça; em abril, houve indeferimento de habeas corpus pela desembargadora Márcia Perrini Bodart.
- Um corréu tentou incluir depoimento de um perito de imagem e som por videoconferência, mas a solicitação foi rejeitada, ficando apenas um parecer técnico por escrito.
O Judiciário marcou a continuidade do processo que envolve o rapper Oruam. Acusado de tentativa de homicídio qualificado contra policiais civis, ele pode ter o caso encaminhado ao júri popular. A fase de instrução está prevista para 11 de maio, conforme a coluna de Daniel Nascimento, do Jornal O Dia. O andamento ocorre em segredo de Justiça.
Caso seja encaminhado, o processo passará a ser analisado por jurados, por envolver crime contra a vida. A obrigatoriedade de comparecimento permanece, mesmo que haja defesa, e o ingresso do artista pode ocorrer com ou sem sua presença.
Além disso, houve desfechos negativos em decisões recentes: um habeas corpus solicitado foi negado pela desembargadora Márcia Perrini Bodart. Um corréu tentou incluir depoimento de um perito por videoconferência, mas o juiz determinou que o parecer seja apresentado por escrito.
Situação atual
Foragido desde fevereiro de 2026, Oruam teve prisão preventiva decretada por descumprimento de medidas judiciais, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, que estaria violada diversas vezes, conforme os autos. O processo segue com sigilo de Justiça e andamento próximo de 11 de maio.
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