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Caso da ativista que roubou e atirou lagosta ao mar gera lições

Ativista britânica invade restaurante, retira lagosta e a lança ao mar; ambas morrem, e ela recebe oito meses de pena e proibição de se aproximar do local

Emma Smart retirou o crustáceo de um restaurante que fica no porto de Weymouth, na Inglaterra
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  • Doze dias atrás, Emma Smart invadiu um restaurante em Weymouth, Inglaterra, retirou uma lagosta de um aquário do salão e a lançou no mar, tentando “devolver a liberdade” ao animal.
  • A lagosta morreu instantaneamente ao cair na água; a solidão da parceira no aquário pode ter levado a outra lagosta a morrer dias depois.
  • O dono do restaurante informou que as lagostas eram mantidas para decorar e fins educativos, com nomes Ronnie e Reggie, e que o ato foi monitorado por câmeras.
  • Emma Smart foi presa na noite do ocorrido e, posteriormente, declarou ter agido por impulso; foi condenada a oito meses de pena formal, sem reclusão, e a não se aproximar do restaurante por três anos.
  • O caso é visto como exemplo de como solturas precipitadas podem causar mais danos; especialistas ressaltam que readaptação gradual é essencial para animais após confinamento.

Emma Smart, ativista britânica de 47 anos, invadiu um restaurante de frutos do mar em Weymouth, Inglaterra, há doze dias. Ela retirou uma lagosta de um aquário decorativo e a jogou no mar, na tentativa de devolver a liberdade ao animal.

A lagosta era de estimação do proprietário do restaurante Catch at the Old Fish Market. O estabelecimento mantinha os crustáceos em um aquário climatizado e os apresentava às crianças como parte educativa da visita. A ação foi registrada por câmeras de segurança.

Imediatamente após o ato, a lagosta morreu ao cair no oceano, possivelmente por choque térmico ou pelo impacto. A outra lagosta, que vivia com a companheira, também faleceu dias depois. Emma foi detida na noite do ocorrido pela polícia local.

Em depoimento à Justiça, a ativista disse agir por impulso e reconheceu a culpa. Ela foi condenada a oito meses de pena formal e a cumprir a suspensão de prisão mediante não cometer novos delitos, além de ficar a pelo menos dez metros do restaurante por três anos.

O caso gerou debate sobre a melhor forma de abordar animais mantidos em cativeiro para fins educacionais. O proprietário do restaurante informou que o aquário era usado para ensinar as crianças sobre a vida marinha, com vídeos que exibiam a troca de carapaças das lagostas.

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