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Guardas prendem argentino em flagrante por injúria racial em Copacabana, Rio

Argentino de 67 anos é preso em Copacabana por injúria racial contra jovem de 23 anos, crime equiparado a racismo desde 2023, com pena de dois a cinco anos

Homem foi preso e levado à delegacia pelos guardas
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  • Um homem argentino, de 67 anos, foi preso em flagrante em Copacabana por injúria racial contra uma jovem de 23 anos durante uma discussão em um mercado.
  • A prisão foi feita por guardas municipais do Grupamento de Guardas Motociclistas e da Subdiretoria Técnica de Trânsito, que levaram o suspeito à 12ª Delegacia Policial.
  • A vítima disse ter sido xingada de cunho racial após a discussão sobre a demora na fila; outro argentino que presenciou pediu ajuda aos guardas.
  • A Polícia Civil informou que ele foi autuado em flagrante por injúria racial; a legislação brasileira equipara o crime a racismo desde 2023, com pena de dois a cinco anos de prisão em caso de condenação.
  • O homem afirmou residir no Brasil há pelo menos dois anos.

Um homem argentino, de 67 anos, foi preso em flagrante em Copacabana, Rio de Janeiro, sob suspeita de injúria racial contra uma mulher de 23 anos durante uma discussão na fila de um mercado.

Os agentes do Grupamento de Guardas Motociclistas e da Subdiretoria Técnica de Trânsito efetuaram a detenção e conduziram o suspeito à 12ª Delegacia Policial, na mesma região. A vítima acionou os guardas após a troca de xingamentos.

O nome do homem não foi divulgado pela polícia. Ele declarou residência no Brasil há pelo menos dois anos.

Contexto Legal

Desde 2023, injúria racial é equiparada a racismo, com pena prevista de 2 a 5 anos de prisão em caso de condenação.

Caso anterior

Em janeiro, outra turista argentina foi presa no Rio sob suspeita de injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema; ela já responde judicialmente, pagou parte de indenização e voltou à Argentina.

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