- A CEEE Equatorial destinou R$ 500 mil, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura (Pró-Cultura RS), para o projeto de preservação do acervo histórico do Pão dos Pobres, iniciado em 2024 após enchentes no Rio Grande do Sul.
- O investimento contempla restauração da fachada interna, higienização, catalogação e digitalização de documentos, fotografias e objetos.
- Já foram tratados 798 itens, como moedas do século XIX, condecorações, medalhas, registros documentais, negativos fotográficos e equipamentos históricos, com criação de um repositório digital que gerou mais de duas mil imagens.
- O Pão dos Pobres tem mais de 130 anos de atuação, com prédio tombado e projeto assinado pelo artista plástico e arquiteto Joseph Franz Lutzenberger, atuando na educação e acolhimento de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade.
- O gerente executivo João Rocha ressalta que o apoio foi decisivo para a continuidade das atividades e proteção dos espaços, enquanto a analista Luciana Hoffmann enfatiza o papel social da restauração na preservação da história e identidade da comunidade.
A CEEE Equatorial apoia o projeto Um pão para partilhar, que visa preservar o acervo histórico do Pão dos Pobres, iniciado em 2024 após as enchentes no Rio Grande do Sul. O pacote de apoio foi viabilizado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura/Pró-Cultura RS, com aporte de R$ 500 mil.
A iniciativa contempla restauração da fachada interna, higienização, catalogação e digitalização de documentos, fotografias e objetos. Até agora, 798 itens foram tratados, incluindo moedas do século XIX, condecorações, medalhas e registros. O repositório digital já ganhou mais de 2 mil imagens.
Contribuição e impactos
A analista de Responsabilidade Social da CEEE Equatorial, Luciana Hoffmann, afirma que a parceria reforça o compromisso com o desenvolvimento social e cultural do estado, conectando passado e futuro e fortalecendo a identidade da comunidade. A restauração visa preservar a história da instituição.
130 anos de história
O Pão dos Pobres é uma das instituições históricas do Rio Grande do Sul, com atuação voltada à educação e ao acolhimento de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade. O prédio foi projetado pelo artista plástico e arquiteto Joseph Franz Lutzenberger.
Impacto institucional
Segundo João Rocha, gerente executivo da Fundação Pão dos Pobres, o apoio foi decisivo para manter as atividades da instituição, que já impactou mais de 100 mil pessoas. Os espaços são tombados pelo patrimônio histórico, exigindo constantes investimentos para conservação.
Sobre a CEEE Equatorial
A empresa atua há quatro anos no Rio Grande do Sul, levando energia a 72 municípios e atendendo quase oito milhões de gaúchos. Integrante do Grupo Equatorial, o terceiro maior grupo de distribuição de energia do país, o grupo atua com sete concessionárias para mais de 56 milhões de pessoas.
Fontes: informações oficiais da CEEE Equatorial e da Fundação Pão dos Pobres.
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