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SP registra 13 boletins por hora por ameaça a mulher entre janeiro e fevereiro

A cada hora, 13 boletins de ameaça a mulheres são registrados em São Paulo nos dois primeiros meses do ano, com crescimento de 11% em 2026

SP: 13 boletins de ocorrência por ameaça a mulher são registrados por hora entre janeiro e fevereiro
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  • Em janeiro e fevereiro de 2026, a média foi de 13 boletins de ocorrência por ameaça a mulher por hora no estado de São Paulo.
  • Em Guarulhos, um homem foi preso por ameaçar e perseguir a ex-mulher; ele foi localizado no trabalho após operação policial, e a defesa do suspeito não foi localizada.
  • Segundo as investigações, ele enviava mensagens e ligava após o fim do relacionamento de um ano, com áudios em que intimidava colegas e dizia pertencer a uma facção criminosa.
  • Dados oficiais mostram alta no registro de ameaças: 18.698 ocorrências nos dois primeiros meses de 2026, aumento de 11% frente a 2025.
  • O Anuário Brasileiro de Segurança Pública aponta crescimento da perseguição contra mulheres: 95.026 registros em 2024, contra 80.017 em 2023, alta de 18,2%.

Nos dois primeiros meses de 2026, a média foi de 13 boletins de ocorrência por ameaça a mulher por hora no estado de São Paulo. Os números mostram um aumento no ritmo de registros em relação ao mesmo período do ano anterior.

Em Guarulhos, na região metropolitana, a polícia prendeu um homem suspeito de ameaçar e perseguir a ex-mulher. A operação localizou o suspeito no ambiente de trabalho dele. Segundo investigadores, as mensagens e ligações ameaçadoras.cresceram após o término do relacionamento, que durou um ano.

Além das ameaças, há registros de intimidação envolvendo colegas de trabalho da vítima, em áudios atribuídos ao agressor. As investigações apontam para tentativa de ampliar o medo dentro do convívio profissional.

Cresce a violência contra mulheres no país

Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública indicam alta no risco de perseguição, com 95.026 ocorrências em 2024, ante 80.017 em 2023, um aumento de 18,2%. Especialistas destacam que muitos casos começam com ciúmes e evoluem para violência verbal e física.

A defesa do suspeito ainda não foi localizada pela polícia. Especialistas ressaltam que a prisão pode interromper o ciclo de violência e reduzir o risco de feminicídio, conforme padrões observados em estudos.

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