- Um casal da Flórida afirma que a bebê Shea, nascida em dezembro após fertilização in vitro, não é biologicamente deles.
- Testes genéticos confirmaram a ausência de vínculo biológico com Tiffany Score e Steven Mills, que passaram cinco anos tentando engravidar.
- Os pais de Shea teriam a opção de reivindicar a criança, mas o casal diz amar a filha e pretende criá-la, respeitando a privacidade dos pais biológicos.
- O casal processa o Centro de Fertilidade de Orlando, alegando que o embrião de outra paciente foi implantado em Tiffany em abril de 2025, levantando a possibilidade de outra troca de embriões.
- O Centro de Fertilidade de Orlando anunciou o fechamento do local e a abertura de uma nova clínica, mantendo cooperação com a investigação.
Casal que recebeu a filha Shea após uma possível troca de embriões busca equilíbrio entre família biológica e adotiva. Tiffany Score e Steven Mills, residentes da Flórida, relatam que amam Shea e se sentem obrigados a considerar os pais biológicos na decisão final, sem abrir mão da guarda.
Após five anos tentando ter um filho, o casal utilizou embriões armazenados desde 2020 com fertilização in vitro. Shea nasceu em dezembro, e logo após o parto começaram a suspeita de que ela não era geneticamente próxima aos dois.
Exames genéticos confirmaram que Shea não tem relação biológica com Tiffany ou Steven. O resultado provocou dúvidas sobre possíveis outras trocas de embriões no mesmo período e abriu caminhos para ações legais contra o Centro de Fertilidade de Orlando, alvo da investigação.
Detalhes do caso e desdobramentos
Tiffany e Steven processam o centro, alegando que um embrião de outra paciente pode ter sido implantado no útero de Tiffany em abril de 2025. Eles afirmam ter criado um vínculo forte com Shea e esperam manter a criação da menina.
Os requerentes defendem que a filha deveria ser reunida legal e moralmente com os pais biológicos, se estes estiverem aptos a adotar. O casal também questiona o destino de seus próprios embriões não utilizados.
O Centro de Fertilidade de Orlando informou que coopera com a investigação para determinar a origem do erro envolvendo Shea. Em meio ao caso, o instituto encerrou as atividades no local e abriu uma nova clínica nas mesmas instalações.
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