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Casos de burnout sobem no Brasil e alertam para saúde mental no trabalho

Afastamentos por transtornos mentais sobem no Brasil em 2025; burnout quase triplica, elevando custos e exigindo atenção da gestão

Número de casos de burnout crescem e exigem atenção aos sinais no trabalho | Reprodução/Freepik
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  • Em 2025, o Brasil registrou mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais, um aumento de 15,66% frente a 2024.
  • O burnout registrou crescimento expressivo, quase triplicando de 1.760 em 2023 para 6.985 em 2025, conforme dados do INSS analisados pela ANAMT.
  • O cenário impacta empresas com aumento de absenteísmo, presenteísmo, rotatividade e até judicialização.
  • Sinais de burnout incluem cansaço constante, dificuldade de concentração, irritabilidade, insônia, queda de produtividade e falta de motivação.
  • Fatores como carga emocional, pressão, conflitos e decisões difíceis contribuem para adoecimento, afetando liderança e relações no ambiente de trabalho.

O Brasil registrou crescimento expressivo de afastamentos por transtornos mentais em 2025. Dados do Ministério da Previdência Social indicam 546 mil benefícios, alta de 15,66% frente 2024, que teve 472 mil. Entre as principais causas, a síndrome de burnout avançou consideravelmente.

Segundo análise da ANAMT com dados do INSS, os registros de burnout quase triplicaram: de 1.760 em 2023 para 6.985 em 2025. A escalada impacta as empresas por meio de maior absenteísmo, presenteísmo e rotatividade, além de aumentar a judicialização.

Essa tendência evidencia que saúde mental no trabalho deixou de ser tema individual para problema estratégico e econômico. Profissionais expostos a pressão constante mostram sinais que costumam passar despercebidos no dia a dia.

Como identificar sinais de burnout

  • Cansaço constante, mesmo após descanso.
  • Dificuldade de concentração e lapsos de memória.
  • Irritabilidade frequente e sensação de sobrecarga emocional.
  • Insônia ou sono não reparador.
  • Queda de produtividade e desmotivação.

Esses indicadores costumam ser confundidos com fases difíceis, mas se persistirem indicam adoecimento. O acúmulo de tensão emocional, não apenas a carga de tarefas, está entre os principais fatores causadores.

Especialista explica que o desgaste surge quando a rotina prioriza produtividade sem pausas. Conflitos, decisões difíceis e necessidade de controle constante ajudam a manter o quadro, que se agrava com sinais médicos discretos.

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