- Laudo da Polícia Federal aponta que a morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o Sicário, foi suicídio na Superintendência Regional da Polícia Federal em Belo Horizonte, pouco depois de sua prisão em 4 de março durante a Operação Compliance Zero.
- A investigação afirma que a morte não foi causada por terceiros nem pela pressão recebida no momento da prisão; Mourão ficou em estado grave e, após protocolo de morte encefálica, foi confirmada às 18h55 de 6 de março.
- A PF analisou a gravação de vídeo da permanência dele na cela, ouviu testemunhas e examinou conversas; foi considerada a possibilidade de uso de substâncias psicotrópicas.
- Mourão chefiava o grupo “A Turma”, milícia associada ao empresário dono do Banco Master, utilizado para monitoramento de pessoas e definição de estratégias contra terceiros.
- Os bens de Mourão permanecem bloqueados, conforme a polícia, por serem frutos de ação criminosa.
O laudo da Polícia Federal aponta que a morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, ocorreu por suicídio na Superintendência Regional da PF em Belo Horizonte. Mourão havia sido preso no dia 4 de março durante a Operação Compliance Zero. A conclusão será apresentada ao ministro André Mendonça, relator do Caso Master, no STF.
A PF analisou imagens da cela, ouviu testemunhas e avaliou conversas do investigado. Também foi considerada a possibilidade de uso de substâncias, mas o laudo aponta para morte por autoagressão, sem evidências de participação de terceiros.
Mourão chefiava o grupo conhecido como “A Turma”, milícia associada ao empresário dono do Banco Master. O núcleo de atuação incluía monitoramento de pessoas e planejamento de ações contra terceiros.
Contexto do caso
Segundo a investigação, o empresário mantinha controle sobre atividades do grupo, com mensagens em celulares apreendidos. Uma delas revela o interesse de Mourão em executar violência contra um colunista do jornal O Globo, de acordo com informações da PF. O empresário confirmou a intenção, e Mourão questionou a possibilidade de execução.
Situação patrimonial e desdobramentos
Os bens de Mourão permanecem bloqueados pela PF, sob a justificativa de serem frutos de atividades criminosas. O caso segue em apuração, com a Polícia Federal reunindo provas e o STF acompanhando a tramitação judicial.
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