- A Grande Montagne de Reims concentra a maior quantidade de vilas grand e premier cru, o que nem sempre facilita encontrar champanhes de baixo preço.
- A região vai de Villers-Allerand até Louvois, passando por vilas famosas pelo Pinot Noir, com uvas entre as mais caras do champanhe.
- Mesmo com inflação, ainda é possível encontrar espumantes abaixo de £ fifty em produtores grandes ou cooperativas que mantêm foco em relação custo-benefício.
- Entre os destaques estão Duménil, Cattier, Michel Arnould, Vilmart & Cie e A Margaine, além de Pierre Paillard no sul da Montagne, com opções que combinam qualidade e preço.
- A reportagem apresenta seis vinhos com identidade da Montagne sem o preço alto, incluindo rótulos de Chardonnay e Pinot Noir e blends com reserva.
Nesta análise, o Montagne de Reims continua a surpreender pela relação entre terroir e preço. Embora concentre grandes crus, surgem opções com boa relação de qualidade e valor. A região abrange Villers-Allerand, vinhas norte e sul de grand cru, até Louvois.
As uvas ali cultivadas são entre as mais caras da Champagne, especialmente nos grand cru. Manufacturas próximas buscam cuvês de vintage e prestígio, o que eleva o custo de vinhos de entrada. Ainda assim, é possível encontrar boa relação custo-benefício.
Inflação e impostos limitam as opções abaixo de £45 no Reino Unido, restando grandes produtores e co-operativas para esse patamar. Entre viticultores com parcelas nobres, há garrafas que combinam valor e expressão do território.
North-facing grands and premiers crus: Cool and restrained
Nestes cru, predominam Pinot Noir, mas há Chardonnay e Meunier que preservam a vivacidade dos pendentes mais frios. Duménil, em Chigny-les-Roses, oferece Blancs de Blancs elegantes feitos com uvas da vila.
Cattier, da mesma região, apresenta Blanc de Noirs Premier Cru com fruta expressiva, enriquecido por 40% de vinos de reserva. Michel Arnould, em Verzenay, soma estrutura e brancura com seu Observação.
Vilmart & Cie, em Rilly-la-Montagne, lança Grande Réserve de entrada com profundidade graças às reservas na mistura. A soma de qualidade e preço atrai quem busca terroir sem pagar caro.
The east face: Fine Chardonnay
Fora da Côte des Blancs, Trépail e Villers-Mamery despontam como referência de Chardonnay. A Margaine, em A Margaine, é destacada pela Extra Brut Blanc de Blancs: aromático, preciso e com boa relação custo-benefício.
As vinhas mais profundas de Villers-Marmery proporcionam vinhos com mais corpo, mantendo acidez equilibrada. A Extra Brut de Villers-Marmery costuma agradar quem procura bruts secos com charakter.
South-facing grands and premiers crus: warm and sunny
Ambonnay e Bouzy trazem estilo generoso, o que reduz a disponibilidade de entradas acessíveis. Pierre Paillard, em Les Parcelles, oferece uma das opções mais fortes do sul, com toque de carvalho e bom grau de complexidade.
A escolha Les Parcelles XXII é firme, com sabor intenso e notas de amadurecimento. Essa linha é ideal para quem quer iniciar na Bouzy, reconhecida por rendas de giz e sol.
Six wines with a sense of the Montagne without the price tag
1. Pierre Paillard, Les Parcelles XXII Extra Brut — Bouquet de damascos secos e torradas; maturação perceptível, com notas cítricas.
2. A Margaine, L’Extra-Brut 1er Cru — Chardonnay aromático, concentrado, com boa tonicidade e finesse.
3. Vilmart & Cie, Grande Reserve Premier Cru Brut — Pinot dominante, equilíbrio entre fruta e reserva, ótima entrada.
4. Michel Arnould, Observation Grand Cru Brut — Bruto fresco, acidez firme, estilo moderno para o cru Verzy.
5. Cattier, Blanc de Noirs 1er Cru Brut — Fruta vermelha, corpo suado, final elegante, sem exageros.
6. Extra: selecionados entre casas com parcela de grande qualidade, mantendo preço acessível para o nível de Montagne.
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