Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Perícia conclui que sicário morreu asfixiado após suicídio na PF de BH

Perícia aponta morte por asfixia em tentativa de suicídio na Polícia Federal em Minas Gerais; não houve uso de drogas

Luiz Phillipi Mourão, o Sicário, morto em 6 de março deste ano | Foto: Reprodução/Redes sociais
0:00
Carregando...
0:00
  • A Superintendência da Polícia Federal concluiu a investigação sobre a morte de Luiz Philippe Mourão, conhecido como “Sicário”.
  • Mourão integrava o núcleo de intimidação do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ligado a ações de vigilância, perseguição e ameaça a críticos, jornalistas, adversários e autoridades.
  • A morte ocorreu nas dependências da Polícia Federal em Minas Gerais, sendo causada por asfixia após uma tentativa de suicídio que evoluiu para morte encefálica.
  • A perícia descartou uso prévio de drogas ilícitas, e os documentos foram encaminhados ao Supremo Tribunal Federal para prosseguimento das investigações, que envolvem fraudes ao Banco Master e ao INSS.
  • O processo permanece sob sigilo; o superintendente da PF em Minas Gerais e o presidente do inquérito vão a Brasília entregar o relatório ao STF.

A Superintendência da Polícia Federal concluiu a investigação sobre a morte de Luiz Philippe Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, ligado ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Mourão integrava o núcleo de intimidação do grupo ligado ao Banco Master. A PF aponta que ele morreu por asfixia após uma tentativa de suicídio.

O falecimento ocorreu nas dependências da Polícia Federal em Minas Gerais. O inquérito indica que a morte evoluiu para morte encefálica e que não houve uso prévio de drogas ilícitas, conforme laudo pericial.

Documentos já foram encaminhados ao ministro do STF André Mendonça e devem embasar a continuidade das investigações sobre fraudes associadas ao Banco Master e ao INSS. O superintendente da PF em MG e o presidente do inquérito seguirão para Brasília para entregar o relatório.

Relatório ao STF e sigilo

O relatório será entregue ao STF e o processo permanece sob sigilo, conforme determinação da Corte. A apuração envolve suspeitas de irregularidades financeiras e atuação de organizações ligadas ao ex-banqueiro. Mais informações devem ser prestadas pela PF à Justiça.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais