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PF pede prisão preventiva de MCs Ryan e Poze após STJ determinar soltura

O pedido foi feito logo após o ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Messod Azulay Neto, determinar a soltura.

Cantores são suspeitos de integrar esquema de lavagem de dinheiro
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  • A Polícia Federal pediu prisão preventiva de MC Ryan SP, MC Poze do Rodo, Raphael Sousa Oliveira e outros investigados, por suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro.
  • O pedido ocorre após o ministro do Superior Tribunal de Justiça Messod Azulay Neto determinar a soltura dos investigados, alegando flagrante de ilegalidade.
  • A PF afirma que exames de dispositivos eletrônicos e documentos indicam vínculos com uma associação criminosa estruturada, voltada à lavagem de dinheiro em espécie, transferências e criptoativos, no país e no exterior.
  • As diligências técnicas envolvem a extração e análise de dados telemáticos e financeiros de todos os investigados.
  • Os envolvidos foram presos em quinze de agosto, na Operação Narco Fluxo, e são suspeitos de integrar uma organização criminosa ligada a apostas ilegais, rifas digitais e possível tráfico internacional de cocaína.

A Polícia Federal pediu nesta quinta-feira a prisão preventiva de MC Ryan SP, MC Poze do Rodo e Rafael Sousa Oliveira, dono da página Choquei, entre outros investigados, por suposto envolvimento em lavagem de dinheiro. A solicitação acompanha decisão do STJ que liberou temporariamente alguns presos sob alegação de ilegalidade da detenção.

Segundo a PF, os exames em dispositivos e documentos apreendidos indicam vínculos com uma associação criminosa estruturada. O grupo moveria grandes somas em espécie, transfers financeiras e criptoativos, no Brasil e no exterior, com foco na lavagem de capitais.

A corporação informou que o cenário atual é crítico, com diligências de alta complexidade técnica, especialmente na extração e análise de dados telemáticos e financeiros de todos os investigados. As informações são decorrentes da operação Narco Fluxo.

Os investigados foram detidos no dia 15, durante a operação Narco Fluxo da Polícia Federal. A investigação apura participação em uma organização que atuaria na lavagem de dinheiro por meio de apostas ilegais e rifas digitais, com ligações potenciais ao tráfico de cocaína.

Desdobramentos da operação

A PF continua analisando o material adquirido, com foco em compilar evidências sobre a atuação da quadrilha. A apuração investiga ainda possíveis conexões com atividades internacionais de tráfico e movimentações financeiras atípicas.

Ao longo do processo, a polícia não divulgou novas informações sobre prisões adicionais ou prisões em andamento. O andamento do caso dependerá dos laudos periciais e da conclusão das diligências técnicas em curso.

Fonte das informações reiterou que as investigações seguem sob sigilo até que haja novos desdobramentos relevantes para o caso. A PF não comentará outros detalhes para não comprometer a apuração.

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