- O Museu Munch, em Oslo, abre em maio a exposição Edvard Munch and the Chocolate Factory, com obras públicas pouco conhecidas de 1923.
- As telas, temporariamente deslocadas de um centro de fabricação da Freia chocolate, integram a mostra centrada no freio Freia Frieze, com destaque para o canteen da fábrica.
- A exposição destaca a Freia como marca icônica e aponta para a campanha de direitos das mulheres, já que duas terças partes do quadro de funcionários eram mulheres.
- Além das pinturas, o conjunto inclui esboços e outras peças do acervo do Museu Munch, mostrando o interesse de Munch por trabalhadores, mulheres e crianças.
- A mostra fica em cartaz de vinte e um de maio a dez de novembro.
O Munch Museum, em Oslo, anunciou uma mostra que começa em maio. Será dedicada a obras públicas pouco conhecidas de Edvard Munch, criadas em 1923, em forma de grandes pinturas que vêm de uma fábrica de chocolate.
A exposição, intitulada Edvard Munch e a Fábrica de Chocolate, reúne as telas que foram deslocadas temporariamente para o museu desde o centro de produção da Freia. A obra Freia Frieze ficava na cantina da fábrica.
A curadora Ana María Bresciani explica que a comissão para Freia ajuda a entender a relação entre arte, indústria e gênero na Noruega entre guerras. O projeto mostra formas móveis e não monumentais defendidas por Munch.
Segundo a cobertura da Artnet News, as obras da Freia Frieze, em exposição de 21 de maio a 10 de novembro, retratam o verão numa cidade litorânea norueguesa, com cenas de trabalho e lazer em pinceladas rápidas.
O conjunto também inclui esboços e outras peças da coleção do Munch Museum, que evidenciam o interesse de Munch por trabalhadores, mulheres e crianças, expandindo o eixo temático da mostra.
Obras e dados da exposição
As telas serão exibidas no Munch Museum a partir do dia 21 de maio e ficarão até 10 de novembro, em Oslo. Além das pinturas, o público poderá ver desenhos que ajudam a contextualizar a comissão para a fábrica.
A mostra busca revelar como Munch articulou a fronteira entre arte pública e privada, destacando a participação feminina no ambiente de trabalho da Freia. A curadoria ressalta a importância histórica do tema.
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