- Ruth Slenczynska morreu aos 101 anos, em uma instituição de convivência assistida na Califórnia, segundo sua ex-aluna Shelly Moorman-Stahlman.
- Ela foi a última aluna sobrevivente de Sergei Rachmaninoff, mantendo uma carreira que atravessou nove décadas.
- Nascida na Califórnia em 1925, tornou-se prodígio e fez recital pela primeira vez aos quatro anos, estreando com orquestra aos sete em Paris.
- Ao longo da carreira, tocou para cinco presidentes dos Estados Unidos e realizou um dueto a quatro mãos com Harry Truman na Casa Branca.
- Em 2022 lançou o último álbum, My Life In Music, e manteve atuação e ensino ao longo da vida, incluindo atividades como professora e mentora.
Ruth Slenczynska, última aluna sobrevivente de Sergei Rachmaninoff, morreu aos 101 anos, encerrando uma carreira que atravessou nove décadas. Nascida na Califórnia, de pais poloneses, fez seu primeiro recital aos quatro anos e estreou com orquestra em Paris aos sete.
A pianistaproduziu shows para cinco presidentes dos Estados Unidos e chegou a tocar em um dueto a quatro mãos com Harry Truman no Whit House. Sob supervisão de um pai rigoroso, tornou-se referência por técnica impecável e leitura musical apurada.
Trajetória e contribuições
Ao longo dos anos, Slenczynska manteve atividade constante, lançando álbuns até 2022, ano em que publicou My Life In Music. Atuou como professora e mentora, consolidando uma escola de ensino de piano e deixando registros em livros e gravações.
Morte e legado
Slenczynska faleceu tranquilamente em uma instituição de convivência assistida na Califórnia. Segundo uma de suas ex-alunas, Shelly Moorman-Stahlman, a pianista apresentou momentos de energia e clareza mental nas visitas, mas enfrentou várias quedas recentes que marcaram o fim de sua vida. Planos de memorial e de concerto serão anunciados nos próximos dias.
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