- O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul denunciou à Polícia Civil um esquema de falsificação de laudos para obter altas doses de morfina na UPA de Cruz Alta.
- A fraude envolvia assinaturas e carimbos de médicos de Lajeado e Cruz Alta, além de laudos que prescreviam 20 mg de morfina a cada duas horas para uma paciente.
- A confirmação ocorreu após contato com o consultório do médico citado, profissional do Hospital Bruno Born, em Lajeado; a assinatura e o carimbo usados nos papéis eram falsificados.
- A paciente já tinha decisão judicial que determina o fornecimento de 360 ampolas de morfina por mês; investiga-se se outros documentos, de uma médica de Cruz Alta, também foram adulterados.
- A UPA de Cruz Alta suspendeu as aplicações com base nos laudos irregulares; o Simers entregou a documentação à Polícia Judiciária e acompanha os desdobramentos para a segurança dos profissionais.
O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) denunciou à Polícia Civil um suposto esquema de falsificação de laudos para obter altas doses de morfina na UPA de Cruz Alta. A denúncia surgiu durante visita técnica da coordenação da unidade e do próprio presidente da entidade.
Segundo apuração, laudos apresentavam prescrição de 20 mg de morfina a cada duas horas para uma paciente, com assinaturas e carimbos potencialmente falsificados. A constatação ocorreu após contato com o consultório do médico listado nos documentos, ligado ao Hospital Bruno Born, em Lajeado.
A investigação preliminar indica que a paciente já possuía decisão judicial obrigando o Estado a fornecer 360 ampolas de morfina por mês. Agora, autoridades avaliam se outros documentos, em nome de uma médica de Cruz Alta, também foram adulterados.
Diante da fraude comprovada, a UPA de Cruz Alta suspendeu a aplicação de morfina com base nos laudos irregulares, exigindo nova avaliação médica legítima. O Simers entregou toda a documentação à Polícia Judiciária e acompanhará os desdobramentos para assegurar a segurança dos profissionais e o cumprimento dos protocolos.
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