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Professor denuncia homofobia em ônibus no RJ; vídeo mostra o caso

Caso registrado na polícia envolve ataque verbal e ameaça com pedra contra professor de yoga em ônibus do Rio, segundo relatos

O professor de yoga Marcus Alexandria denunciou ter sido vítima de um episódio de homofobia dentro de um ônibus da linha 125 (Centro - Zona Sul), no Rio de Janeiro
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  • Professor de yoga Marcus Alexandria relatou ter sofrido ataques verbais e tentativa de intimidação física dentro de um ônibus da linha 125, no Rio de Janeiro, na sexta-feira, 17.
  • O episódio começou após a discussão sobre o espaço nos assentos; o agressor passou a usar termos pejorativos contra a vítima.
  • A denúncia ganha apoio da CasaNem, que afirma que homofobia é crime e que o caso foi registrado na polícia.
  • Segundo o centro, as intimidações evoluíram para ameaça física quando a vítima desceu do coletivo; o suspeito teria empunhado uma pedra.
  • A Polícia Civil do Rio de Janeiro foi solicitada pela CNN Brasil para mais informações, mas não houve retorno até a publicação.

Um professor de yoga afirmou ter sido vítima de homofobia dentro de um ônibus no Rio de Janeiro. O episódio ocorreu na última sexta-feira, no trajeto da linha 125, que liga o Centro à Zona Sul, no centro da cidade.

Marcus Alexandria relatou nas redes sociais ataques verbais e uma tentativa de intimidação física por parte de outro passageiro. Segundo ele, o agressor passou a usar termos pejorativos após desentendimentos sobre o espaço nos assentos.

O caso ganhou repercussão com o envolvimento da CasaNem, centro de acolhimento LGBTQIAPN+, que enfatizou que homofobia é crime e informou que a vítima registrou o ocorrido na polícia. A agressão evoluiu para intimidação física quando o homem desceu do coletivo, segundo o relato.

Desdobramentos policiais

A CNN Brasil procurou a Polícia Civil do Rio de Janeiro para obter informações sobre o andamento do registro, mas não houve retorno até a publicação. A polícia não confirmou detalhes adicionais até o momento. O caso permanece em investigação.

Contexto e instituições envolvidas

A CasaNem reiterou o caráter criminoso da homofobia e informou que já acionou as autoridades competentes. O espaço destaca a importância de registros formais para encaminhar casos de violência contra LGBTQIAPN+. O veículo de comunicação mencionou a participação de outras fontes para apurar o ocorrido, sem divulgar dados pessoais.

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