- A promotoria revelou que a conta de iCloud de D4vd, obtida pela investigação, “contém uma quantidade significativa de pornografia infantil”, durante audiência em Los Angeles.
- O cantor, nascido David Anthony Burke, pediu uma audiência preliminar imediata em caso de homicídio qualificado; a juíza marcou uma audiência de acompanhamento para 29 de abril e a preliminar começou para 1º de maio.
- Burke foi preso na semana passada e enfrenta acusação de matar a adolescente Celeste Rivas Hernandez, cuja morte foi atribuída a múltiplas lesões perfurantes; o corpo foi encontrado no porta-malas dianteiro de um Tesla rebocado.
- O LAPD informou que houve interceptação telefônica e que três grandes júris foram convocados para investigar o caso; apenas cerca de trinta por cento das evidências foram disponibilizadas para defesa após cinco semanas de trabalho.
- O relatório de autópsia, divulgado pelo Instituto Médico-Legal do Condado de Los Angeles, apontou morte por homicídio com duas perfurações, descreveu restos mortais encontrados em duas sacolas pretas e indicou resultados toxicológicos preliminares positivos para benzodiazepínicos, metanfetamina e MDMA, a confirmar.
D4vd compareceu ao tribunal de Los Angeles na quinta-feira, quando uma promotoria afirmou que a conta de iCloud dele, obtida por investigadores, contém uma quantidade significativa de pornografia infantil. A informação foi apresentada durante a audiência preliminar marcada para 1º de maio.
O músico, nascido David Anthony Burke, permanece sob custódia. Os advogados pressionam por audiência preliminar imediata ao caso de homicídio qualificado. A juíza Charlaine Olmedo marcou uma nova audiência de acompanhamento para 29 de abril para tratar da disponibilização de provas.
Burke foi preso na semana passada e é acusado de assassinar Celeste Rivas Hernandez, de 14 anos, cuja morte ocorreu em setembro passado. Promotores destacam que houve três grandes júris para investigar o caso, sem implicação formal até o momento.
Detalhes do caso de Celeste
A promotoria revelou que houve interceptação telefônica durante a apuração e que o LAPD ainda encaminhou apenas cerca de 30% das evidências à defesa, após cinco semanas de trabalho. A dívida de tempo para conclusão do material é alvo de debate no tribunal.
Na quarta-feira, o Instituto Médico-Legal do Condado de Los Angeles indicou que Celeste morreu por múltiplas lesões perfurantes no abdômen e tórax. A autópsia aponta duas incisões, classificando a morte como homicídio.
Os testes toxicológicos apontam etanol em baixo nível, sem relação clara com a morte, e resultados preliminares positivos para benzodiazepínicos, metanfetamina e MDMA, que requerem confirmação adicional. A divulgação ocorreu após a liberação judicial do relatório.
O relatório descreve que os restos de Celeste estavam fragmentados, com a cabeça parcialmente esqueletizada e tecido mole em liquefação. A identificação por impressões digitais não foi possível devido aos dedos encharcados. O corpo foi encontrado no porta-malas dianteiro de um Tesla rebocado.
Burke responde a uma única acusação de homicídio qualificado com circunstâncias agravantes, além de crimes ligados a menores e mutilação de restos humanos. Ele se declarou inocente na leitura formal da acusação. Promotores sustentam que Celeste foi vista pela última vez na casa dele, em Hollywood Hills, em abril de 2025.
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