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Marinha lança novo navio de guerra brasileiro

Navio-patrulha Mangaratiba, de 54,2 metros, leva até 43 militares e pode operar até seis dias sem reabastecer, ampliando patrulhas e proteção de infraestruturas estratégicas

Segundo a Marinha, o Mangaratiba pode ficar até 6 dias em atuação de forma autônoma
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  • A Marinha do Brasil lançou nesta segunda-feira, 27 de abril de 2026, o navio-patrulha Mangaratiba, no Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro.
  • A embarcação tem 54,2 metros de comprimento e pode levar até 43 militares na tripulação, com raio de atuação superior a 4.000 km.
  • Conforme a Marinha, o navio pode ficar até 6 dias em atuação autônoma, dependendo de mantimentos, água e suprimentos.
  • O Mangaratiba atuará em patrulhamento, busca e salvamento, e na proteção de infraestruturas estratégicas como plataformas de petróleo e gás.
  • O lançamento contou com a presença do ministro da Defesa, José Múcio, e é visto pela instituição como etapa da modernização do poder naval brasileiro.

A Marinha do Brasil lançou nesta segunda-feira (27 abr 2026) o navio-patrulha Mangaratiba. A cerimônia ocorreu no Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro e contou com a presença do ministro da Defesa, José Múcio.

O Mangaratiba tem 54,2 metros de comprimento e capacidade para até 43 militares. O navio atua em um raio de mais de 4.000 km e pode permanecer autônomo por até 6 dias, dependendo do peso de mantimentos, água e suprimentos.

Detalhes do Mangaratiba

A indústria naval brasileira classifica a embarcação como patrulha destinada à proteção do patrimônio nacional. Entre as funções previstas estão patrulhamento, busca e salvamento, além da proteção de infraestruturas estratégicas, como plataformas de petróleo e gás. O lançamento marca avanço na modernization do poder naval e reforça a atuação em áreas de fronteira hidrográfica. A Marinha aponta ainda utilidade para operações em rios interiores e apoio a comunidades remotas pelo país, contribuindo para a salvaguarda da vida humana no mar e o combate a ilícitos em águas jurisdicionais, especialmente na foz do rio Amazonas e na fronteira de petróleo e gás na margem equatorial.

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