- A Folha divulgou, no último sábado, uma seleção dos melhores livros brasileiros de não ficção do século XXI, com base na escolha de cem especialistas.
- O júri foi composto por pesquisadores, jornalistas, professores, cientistas e líderes da sociedade civil.
- A obra A Queda do Céu, de Davi Kopenawa e Bruce Albert, aparece em primeiro lugar, seguida por Brasil: Uma Biografia, de Lilia Schwarcz e Heloisa Starling.
- Entre os destaque estão Getúlio, de Lira Neto; Ideias Para Adiar o Fim do Mundo, de Ailton Krenak; e O Pacto da Branquitude, de Cida Bento.
- Os leitores podem indicar a melhor obra via formulário, e a lista completa está disponível no portal da Folha.
No último sábado, 25 de abril, a Folha divulgou a seleção dos melhores livros brasileiros de não ficção do século 21. A lista foi definida a partir da análise de cem especialistas, entre pesquisadores, jornalistas, professores, cientistas e líderes da sociedade civil. As obras escolhidas abrangem temas nacionais e globais contemporâneos.
O júri incluiu nomes de ex-ministros, intelectuais influentes e integrantes da Academia Brasileira de Letras. A curadoria visou obras lançadas desde 2001 que contribuam para compreender o Brasil e o mundo na atualidade, com enfoque analítico e crítico.
Entre os títulos que aparecem no topo do ranking, destaca-se A Queda do Céu, de Davi Kopenawa e Bruce Albert, na primeira posição. Em seguida vem Brasil: Uma Biografia, de Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Getúlio, de Lira Neto, figura entre os escolhidos de alto destaque.
Outros livros presentes são Ideias Para Adiar o Fim do Mundo, de Ailton Krenak, e O Pacto da Branquitude, de Cida Bento. A seleção perseguiu representatividade de temas indígenas, raciais, históricos e sociopolíticos relevantes para o Brasil contemporâneo.
A Folha disponibilizou a lista completa para leitura e, ao final, pediu aos leitores que indiquem a obra que consideram a melhor do século 21, por meio de um formulário. A chamada reforça o objetivo de ampliar o debate público sobre não ficção nacional.
A reportagem assinada pela Folhapress destaca que os títulos selecionados surgem de diferentes abordagens, desde pesquisa histórica até ensaio crítico. A lista reforça a diversidade de vozes e perspectivas que caracterizam a produção recente do país.
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