- O sargento Guilherme da Silva Oliveira, de 25 anos, foi preso na noite desta segunda-feira e autuado por tentativa de homicídio após atropelar Maria Clara Facundo, de 20 anos, no sábado, em Riacho Fundo I, e fugir em marcha à ré em alta velocidade.
- O atropelamento ocorreu na CLN 3, Riacho Fundo I, com a vítima arrastada pelo veículo e apresentando traumatismo craniano e fraturas na bacia, segundo a polícia.
- Cinco pessoas estavam no veículo no momento; o autor, acompanhado do pai, se apresentou à 29ª Delegacia de Polícia e negou ter consumido bebida alcoólica.
- Ele disse ter fugido por medo de ser linchado no local; foi preso em flagrante e encaminhou-se para exame toxicológico após o corpo de delito.
- Antes do crime, vítima e agressor estavam no mesmo bar e houve troca de contatos por redes sociais; quatro demais ocupantes do veículo não responderão por crime.
O sargento Guilherme da Silva Oliveira, de 25 anos, foi preso na noite desta segunda-feira (28/4) e autuado por tentativa de homicídio. O crime ocorreu após atropelar Maria Clara Facundo, de 20 anos, e fugir em marcha à ré, em alta velocidade, na região da CLN 3, no Riacho Fundo I, no último sábado (25/4).
A vítima sofreu traumatismo craniano, lesões na bacia e foi arrastada pelo veículo. O carro pertencia a um grupo de cinco pessoas no momento do atropelamento, conforme apurado pela polícia. Os demais ocupantes não respondem por crime.
Segundo o delegado Jhonson Kenedy, a polícia identificou uma das outras pessoas no veículo ainda na segunda-feira, antes de o próprio sargento, acompanhado do pai, comparecer à unidade. Guilherme confessou ter cometido a infração de trânsito, mas negou ingestão de álcool.
Ao chegar à delegacia, o sargento foi autuado em flagrante. Ele realizou o exame de corpo de delito e ficou à espera do resultado do toxicológico. O delegado informou que a fuga teve motivação relacionada ao medo de linchamento no local.
Antes do acidente, vítima e suspeito estavam no mesmo bar, em mesas diferentes, e testemunhas relataram que a namorada do sargento conversou com a vítima no banheiro. Houve, porém, troca de contatos nas redes sociais entre as partes, sem desavença constatada.
Investigação e próximos passos
O caso segue sob apuração da 29ª Delegacia de Polícia. A corporação comunicou formalmente o ocorrido à instituição à qual o sargento pertence. A polícia continua ouvindo testemunhas e analisando imagens de câmeras para esclarecer as circunstâncias do atropelamento.
A pena prevista para o crime de tentativa de homicídio varia de 6 a 20 anos de prisão, conforme o enquadramento legal. A Polícia Civil não confirmou novas prisões relacionadas ao caso até o momento.
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